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quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Os roles, os pancadões e outras manifestações populares.



O mau uso da inteligencia ou a falta dela, impedem que as administrações e a polícia tomem medidas eficazes contra esses tipos de manifestações que atrapalham, incomodam e quase sempre são ilegais.
Aqui mesmo no Guarujá na Rua Rio de Janeiro, há algum tempo e mais recentemente na avenida da praia em frente ao Shopping La Plage, milhares de jovens se reunem em algumas noites, e a turba ingere bebidas alcoólicas e promovem uma concentração de pessoas que encobre os furtos, os assaltos, a agressão a transeuntes e ao consumo de drogas.
No livro “O poder do hábito” de Charles Duhigg há um capítulo que conta vários episódios de aglomerações, que se transformavam em tumultos que estavam levando um país à guerra civil.
Nesse caso, a inteligência policial identificou que parte da população sem qualquer motivo, começava a se reunir numa praça e um ou outro manifestante fazia discurso de várias naturezas inconformistas.
As aglomerações tímidas aumentavam com a curiosidade atraindo ambulantes que passavam a vender comida e bebida que eram consumidas ávidamente pelos presentes.
De repente, com uma briga,correria ou a explosão de um rojão o tumulto se instalava com toda sorte de violência e depredação.
Uma das medidas adotadas foi impedir que esses ambulantes disponibilizassem suas mercadorias.
Eureka!!! A população começava a reunião e depois de algumas horas estava com sede e dom fome, sem comida e sem bebida aos poucos diminuia até a total dissolução.
Meu conselho às autoridades é não permitir a presença de ambulantes e o estacionamento de veículos que disponham de equipamentos especiais de som.

É bem pouco e fácil, mas é preciso vontade e inteligência, para entender o hábito que leva as pessoas às aglomerações tende a diminuir muito se não encontrarem comida,bebida e música, tudo inoportuno e ilegal.

domingo, 11 de junho de 2017

Esperança, competência, trabalho e resultado.

Guarujá viveu uma dúzia de anos que muitos chamaram de turbulentos pela quantidade de crimes perpetrados, mas que eu prefiro chamar de época de marasmo.
Depois da incompetência de Farid Madi e da complacência criminosa de Maria Antonieta, com todas as maracutaias descobertas na sua administração e que fizeram Guarujá regredir e ver seu nome em primeiro lugar nas listas dos piores, nossa esperança está sendo recompensada pela competência e pelo trabalho que resultam em resultados.
Quem vê a atividade desse grupo de homens que estão
administrando a cidade no árduo trabalho de recuperar o que estava perdido, percebe que em poucos meses quem não acreditava já tem a esperança recompensada e os reclalmões de sempre, os que nunca fizeram nada e continuam sem dar sequer sugestões exequíveis, mantém um débil colóquio entre si que não passam de sussurros de estertor.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Ação e sinalização

É de bom alvitre dar prazo suficiente aos administradores eleitos, os que têm real desejo de consertar a economia e a ordem nos Estados e Municípios.
Realmente não dá para fazer tudo nem muito em pouco tempo, mas sempre é possível sinalizar o que virá por aí.
A sinalização pode vir com um cronograma e com uma declaração de intenções que deem paciência aos impacientes e esperança a todos.
É consenso dos experts em comunicações, que o sucesso inicial das ações de marketing que não são acompanhados pelos resultados esperados pela população se tornam arma letal que ferem mortalmente a credibilidade e fazem despencar os iniciais índices de aprovação com difícil se não impossível recuperação.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Todo mundo merece uma segunda chance.

A reabilitação, readaptação, volta às origens passa pela recuperação de algumas características perdidas, esquecidas e outras mal impostas.
Guarujá perdeu o título de Pérola do Atlântico que não foi entregue a nenhuma outra cidade porque tem características únicas de relevo, praias oceânicas de mar calmo e límpido e um parque imobiliário incomparável com prédios bem construídos e casas de estilo moderno. 
Ter retirado os guarda-sóis dos prédios nas praias foi uma decisão infeliz que trocou a limpeza, ordem e a beleza de equipamentos novos, coloridos e bem colocados por barracas que mais parecem favelas e um comércio ilegal entregue sem regras a favelados.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Há quem pense que está resolvendo um problema mas está criando vários.



Há quem pense que está resolvendo um problema mas está criando vários.


A organização social econômica e política é essencial para a manutenção da paz social.
Há parcelas da população em qualquer parte do mundo que sofrem com a falta de educação, falta de emprego, falta de comida e falta de justiça.
Na nossa cidade há centenas de favelas e milhares de desempregados, todo buscando sobreviver.
É nessa toada que parte da sociedade dita privilegiada aceita a mendicância, tolera o crime de extorsão dos guardadores de carros e se apieda dos ambulantes que vendem de tudo nas ruas e nas praias.
Ocorre que quando a administração deixa de organizar e fiscalizar qualquer atividade os efeitos colaterais são mais maléficos do que podem parecer, senão vejamos:
As empresas de transporte coletivo funcionam ou deveriam funcionar vinte e quatro horas por dia atendendo a população.
Se lhes fosse permitido, reduziriam esse horário só para os horários onde há grande quantidade de passageiros, o valor da passagem seria muito menor mas população estaria desassistida a maior parte do dia.
O mesmo acontece com o comércio na nossa cidade. Durante todo o ano os comerciantes mantém as portas abertas, funcionários registrados e pagam aluguéis e outros encargos.
Só no verão contam com grande número de veranistas e turistas que deveriam lhe garantir o faturamento para subsistirem por todo o ano.
Nos últimos anos da desastrada administração de Maria Antonieta de Brito, toda sorte de desmandos foi tolerada. Existem milhares, vou repetir, milhares de carrinhos de roupas, alimentos e outras quinquilharias vendendo as mesmas coisas que se vendem nos bares, padarias e nas lojas dos pequenos comerciantes do Guarujá, exclusivamente na temporada, fazendo a concorrência desleal que faz minguar o faturamento das lojas estabelecidas que não conseguem mais sobreviver o ano inteiro atendendo regularmente os moradores da cidade.
Nos próximos dias questionarei a Ouvidoria do Guarujá para saber quantos são, quais as atividades permitidas e qual a localização desses ambulantes bem como qual o regime fiscal obrigatório para os que vender roupas nesses carrinhos que têm mais mercadoria do que muitas lojas estabelecidas, pagando impostos, aluguéis e outros encargos durante todo o ano.
Não adianta tolerar a ilegalidade.
Ou todos nos locupletemos ou restaure-se a moralidade.(Stanislaw Ponte Preta).



sábado, 31 de dezembro de 2016

Guarujá é o melhor lugar ruim para se morar.

Guardadores de carros, ambulantes, som alto em todo lugar, trombadinhas de monte, ruas cheias e praias mais do que lotadas, fila até para entrar na fila.
Esse é o Guarujá.
E ainda assim o melhor lugar para se morar, passar as férias ou uns poucos dias.
A não ser multimilionários que podem escolher lugares exclusivos, onde não há acesso a simples mortais como eu, você e mais de um milhão de pessoas que passarão pela cidade nesse verão, só eles poderiam reclamar do nosso Guarujá. 
Mas esses não aparecem por aqui então o melhor mesmo você que mora, tem casa ou vem passar uns dias por aqui é parar de reclamar e aproveitar tudo que há de bom.
Estamos no Brasil, no Guarujá e a gente pode até recriminar os políticos por não cuidarem da cidade mas sempre lembrando que cada lugar tem seus problemas.
Curta o Guarujá!

ET ainda que as notícias não sejam as melhores, será a cidade do litoral de São Paulo que sempre recebeu e vai continuar recebendo mais gente o ano inteiro.
E isso não é por nada!

domingo, 25 de dezembro de 2016

Afundando a galinha dos ovos de ouro.

O Brasil acostumado a tratar mal quem nele investe, está perdendo o mercado de cruzeiros marítimos para outras regiões do mundo.

Motivos diversos altos custos de atracação, embarque e combustível. 
A estrutura dos pontos de parada também são inferiores às de outros países.
Veja alguns dados fornecidos pela reportagem no Jornal A Folha de São Paulo de 24/12/2016.
552 mil passageiros na temporada 2015/2016.
383 mil vagas disponíveis nessa temporada 2016/2017 ainda não preenchidas.
Recuo de no mínimo 30% no número de passageiros e receitas.
No mundo a atividade cresceu 4,5% nesse período.
120 atracamentos, na temporada 2015/2016 apenas 39 confirmados na cidade de Ilha Bela.
Ubatuba ano passado 9 atracamentos, esse ano nenhum.
Santos ano passado 17 embarcações, esse ano 14.
Segundo estudos da Fundação Getúlio vargas cada passageiro gera cerca de R$446,00 em receitas diretas e indiretas em cada cidade onde o navio para e por esses dados Ilha Bela perderá cerca de R$54 milhões de reais em receitas.
Tá bom ou vai perder mais?

O tempo deixa as marcas mais visíveis na pele e as mais profundas na memória.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Lei cidade limpa


Guarujá já tem aprovada há uns quatro anos, a mesma legislação da Lei a Cidade Limpa, aquela do Kassab, que existe em São Paulo, só que não está regulamentada.
Quem anda por São Paulo sabe da vantagem de proibir as propagandas exageradamente grandes que poluem o visual enfeiando a cidade.
Se a nova administração quiser trabalhar de verdade, numa área onde só é preciso competência coragem e determinação e nada de dinheiro, pode começar por aí.
Vamos ver se as boas ideias são aproveitadas, se há vontade política e se podemos sonhar com uma cidade mais bonita e melhor para viver.

domingo, 6 de novembro de 2016

Primeiro o mais urgente ou mais importante?


Nas muitas decisões da vida, muitas vezes não se podendo fazer tudo, há que se escolher se faremos o mais urgente ou o mais importante.
Nas sociedades modernas como um todo, os governos dos países emergentes só podem fazer o que se lhes permite o dinheiro disponível ou o que não vai custar nada, ainda que se permita a quem vai pagar algumas contas, a exploração de algum bem ou serviço.
Nessa categoria se encontram as parcerias público-privadas que dependem exclusivamente da capacidade administrativa e gerencial da administração.
Começaremos o ano com uma nova administração e em que pese vermos alguns nomes conhecidos por terem colaborado com outras administrações, umas que fizeram pouco, outras que não fizeram quase nada, devemos levar em consideração que há entre eles elementos qualificados, trabalhadores e honestos, que não puderam dar o melhor de si ou porque não tiveram autonomia ou não dispuseram de dinheiro suficiente para colocar em prática ações, fossem elas importantes ou urgentes.
Voltando às administrações anteriores, o que se viu em muitos casos, se não em todas elas, foi dar pão e circo para uma população que precisa de educação e saúde, promovendo shows “grátis” e foguetório inútil.
Não sou contra as festas, sou contra fazer festa com o dinheiro que vai faltar para pagar médicos, hospitais, professores e merenda escolar de qualidade.
Assim, a futura administração se quiser começar bem, deve dar total autonomia para quem possa negociar com a iniciativa privada o foguetório do ano novo, as verbas para o Carnaval e os shows na temporada.
Tenho certeza que serão muitas as empresas dispostas a pagar essas e outra contas se não forem extorquidas com propinas para a exploração da publicidade na próxima temporada.
Talvez essas ações não sejam nem as mais urgentes nem as mais importantes mas darão clara demonstração do que será a honestidade e a transparência nos próximos quatro anos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Guarujá não pode e não merece ter uma prefeita de nome Haifa Madi e vir a ser administrada, como todo mundo sabe, pelo seu inelegível marido Farid Madi.


Farid Madi já foi prefeito e a única coisa boa que fez para o Guarujá foi tornar-se inelegível pelos inúmeros processos que acumula em todas as instâncias da Justiça e por ter rejeitadas as prestações de contas da sua mal sucedida gestão.
O número expressivo de votos que Haifa obteve, mostra porque Guarujá está como esta, porque certas camadas da população elegem seus algozes, por ter sido e ser tão mal administrada há tantos anos.
O povo parece ter esquecido que Farid Madi foi derrotado na campanha pela reeleição por si mesmo, como muitos afirmavam, pelo voto de protesto, que entregou para a igualmente incompetente Maria Antonieta de Brito o poder que veio torná-la a pior prefeita que Guarujá já teve, apesar dos Madi, dos Gonzalez...
A candidatura de Aifa Madi é uma simulação, figura conhecida do Direito como defeito do negócio jurídico, declaração de vontade distinta da real, visando fugir de imperativos legais com a finalidade de beneficiar uns e prejudicar outros.
Nossa legislação considera o negócio jurídico simulado nulo, mormente essa simulação que nada tem de inocente, muito pelo contrário, é maliciosa, eivada de má-fé e que prejudica uma terceira parte que no caso são os demais concorrentes ao cargo de prefeito e ao povo.
Espero sinceramente que no segundo turno o povo escolha o outro candidato, que até onde se sabe, é pessoa de bem, cidadão culto, inteligente, já foi vereador, sabe administrar e GOSTA DO GUARUJÁ.

Espero ainda que se por desgraça Haifa Madi for a escolhida, os operadores do direito provem em algum momento quem vai gerenciar a cidade de fato, e tal qual nossa ex-presidenta, seja apeada do cargo pelos meios legais.

Compra e venda de votos.



Vi imagens de uma van adesivada com as fotos, na proximidade de um dos locais de votação. Com o número de postulante ao cargo de prefeito elementos distribuíram dinheiro entre eleitores que mostravam o comprovante de comparecimento à urna e votação.
É de cortar o coração ver gente humilde vendendo o próprio futuro por uma nota de cinquenta reais.
Mais do que a triste realidade a gente percebe a vitória momentânea dos que forçam a manutenção da ignorância do povo, manipulando o acesso à cultura não dando escola e roubando a merenda escolar.
Sem estudo o povo não consegue emprego e sem emprego as crianças são levadas ao crime e às drogas, num ritual que tão comum faz pensar que as coisas são e serão assim mesmo porque são.
Vamos mudar isso mudando as pessoas. Não há porque pensar que trazer o entulho político de Farid Madi & companhia vá mudar o que já tiveram a possibilidade de fazer e não fizeram.
Opte pelo novo! Não se deixe enganar!
Se você não é um daqueles que vende seu voto, denuncie quem fizer práticas ilegais para conseguir o voto dos desgraçados.
As coisas só mudarão quando nós resolvermos mudar.




Mendingódromos no Guarujá.

Acabo de ver terrificado, nessa terça-feira às dezenove e trinta horas, reportagem na TV Tribuna onde a candidata Haifa Madi promete algo que certamente cumprirá se eleita for.
Com a maior cara de piedosa, promete acabar com a mendicância na cidade a partir de várias ações, entre elas dar abrigo às centenas de mendigos que preambulam pelas ruas e praças do Guarujá.
Sou testemunha ocular que seu marido o ex prefeito Farid Madi construiu dois abrigos desses em frente ao Edifício Vila Nena, em frente a praia,onde eu morava.
Durante a construção, Farid Madi veio duas vezes pessoalmente conferir o andamento das obras, e eu pessoalmente desci para falar com ele nas duas vezes, alertando-o que aquilo iria se tornar um problema,um depósito de mendigos, com a colocação de bancos espaçosos e teto eles iriam se reunir naquele local para fazer o que mendigos fazem nas ruas: beber, pedir esmolas, urinar e defecar em qualquer canto e dormir nos bancos.
Como seu eterno sorriso que ele acha ser cativante, mas que para mim mais parece o de um esquilo dentuço, Farid Madi bateu no meu ombro e disse que isso não ocorreria, que para tanto haveria fiscalização e limpeza diária no local, coisa que nunca houve.
Das duas construções uma ainda está de pé e a outra foi incendiada pelos mendigos usuários.
Até hoje a qualquer hora mendigos reúnem-se debaixo daquela cobertura, fazendo como eu disse, o que mendigos fazem, bebem, urinam, defecam, dormem e incomodam os transeuntes com variada insistência, que vai de ofensas à violência física.
Haifa Madi promete e cumprirá, se eleita for, o que não pode ocorrer para o bem do Guarujá.
Tenho certeza de quem vier a ler esse texto vai saber do que estou falando e não votará no Farid Madi, pela interposta pessoa de sua mulher Haifa Madi.


Por favor compartilhe se concordar.

domingo, 2 de outubro de 2016

Não podemos errar desta vez.

Guarujá não pode e não merece ter uma prefeita de nome Haifa Madi e vir a ser administrada, como todo mundo sabe, pelo seu inelegível marido Farid Madi.
Farid Madi já foi prefeito e a única coisa boa que fez para o Guarujá foi tornar-se inelegível pelos inúmeros processos que acumula em todas as instâncias da Justiça e por ter rejeitadas as prestações de contas da sua mal sucedida gestão.
O número expressivo de votos que Haifa obteve, mostra porque Guarujá está como esta, porque certas camadas da população elegem seus algozes, por ter sido e ser tão mal administrada há tantos anos.
O povo parece ter esquecido que Farid Madi foi derrotado na campanha pela reeleição por si mesmo, como muitos afirmavam, pelo voto de protesto, que entregou para a igualmente incompetente Maria Antonieta de Brito o poder que veio a torná-la a pior prefeita que Guarujá já teve apesar dos Madi, dos Gonzalez e dos Marianos.
A candidatura de Aifa Madi é uma simulação, figura conhecida do Direito como defeito de negócio jurídico, declaração de vontade distinta da real, visando fugir de imperativos legais com a finalidade de beneficiar uns e prejudicar outros.
Nossa legislação considera o negócio jurídico simulado nulo, mormente essa simulação que nada tem de inocente, muito pelo contrário, é maliciosa, eivada de má-fé e que prejudica uma terceira parte que no caso são os demais concorrentes ao cargo de prefeito e ao povo.
Espero sinceramente que no segundo turno o povo escolha o outro candidato, que até onde se sabe, é pessoa de bem, cidadão culto, inteligente, já foi vereador, sabe administrar e GOSTA DO GUARUJÁ.
Espero ainda que se por desgraça Haifa Madi seja a escolhida, os operadores do direito provem em algum momento quem vai gerenciar a cidade e tal qual nossa ex-presidenta, seja apeada do cargo pelos meios legais.


domingo, 10 de julho de 2016

Estou perdendo a faculdade de indignar-me.

O som alto num quiosque da Enseada às sete horas da manhã dá para ser ouvido no meu apartamento na Praia de Pitangueiras.

Uns jovens e outros nem tanto, balançam visivelmente embriagados os corpos, as latas de cerveja e copos de bebida mais forte ao som estridente e de má qualidade que profere frases de apologia às drogas e ao crime.
Antigamente eu me indignava pela cidade, pela degradação que apresentávamos aos cidadãos e visitantes, pela falta de educação do povo.
Hoje não mais.
Incomodado busco meu quarto, protegido por janelas à prova de ruídos, ligo a televisão e em poucos minutos estou novamente dormindo, imune à agressão ao meu direito e à minha cidadania, deixando para quem ainda não esteja empedernido, a árdua tarefa da qual não sou mais capaz.
Exercitar a indignação.