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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Prefeitura de Guarujá disponibiliza banheiros químicos nas feiras livres Para a implantação dos banheiros, a fiscalização definiu os principais locais ao longo das feiras e escolheram pontos adequados para a instalação

A Prefeitura de Guarujá resolveu um importante impasse em relação às feiras-livres no Município. Há cerca de duas semanas, estão disponíveis 42 equipamentos com estrutura de banheiros químicos (mais dois serão implantados), que têm como objetivo atender frequentadores e feirantes. Atualmente, em Guarujá, as feiras-livres funcionam em 16 pontos espalhados em todas as regiões da Cidade, envolvendo cerca de 200 feirantes.
A prefeita Maria Antonieta de Brito defende que a implantação dos banheiros é mais um importante item do apoio que vem sendo dado aos feirantes. “Muitas famílias hoje vivem desta atividade. Mais que isto: a feira livre é cultural. Nada melhor que o cuidado do dia-a-dia para transformar o local da feira num lugar digno, tanto para o feirante quanto para o freguês”, defende a prefeita Maria Antonieta.
Para a implantação dos banheiros, a fiscalização da Secretaria de Finanças definiu os principais locais ao longo das feiras e escolheram pontos adequados para a instalação. Os pontos escolhidos foram para que evitassem impactos no perímetro de circulação tanto dos frequentadores, quanto dos feirantes.
Além de opção de compras, as feiras livres em Guarujá são geradoras de empregos: entre 700 e mil pessoas trabalham na comercialização e montagem das barracas. Vale ressaltar que algumas localidades têm sua peculiaridade: a “feira de domingo” – mais famosa de todas, têm maior movimentação e é bastante frequentada por quem procura também comida e cultura nordestina.
Junior Sousa pertence a uma família tradicional de feirantes. Desde criança, vivia com o pai observando e mais tarde auxiliando na rotina da feira. Hoje, aos 32 anos, há 11 possui sua própria barraca e está contente com a medida: “foi muito bom. Não tem nenhum feirante que não tenha gostado. Estou imensamente agradecido à prefeita pela iniciativa”.
O feirante Júlio César, de 28 anos, compartilha a mesma opinião: “Sem dúvida foi uma ótima ideia. A gente não tem mais que ficar pedindo para usar os banheiros dos bares aqui perto”.
Assim como os feirantes, a população considerou positiva a implantação dos banheiros. O promotor de vendas, José Roberto dos Santos, cliente da feira toda quinta, elogiou a medida. “É ótimo para a população também que vai à feira. Se de repente a pessoa não morar perto, agora tem aonde ir. Excelente ideia instalar o banheiro aqui”.
Confira a quantidade de banheiros químicos disponíveis nas feiras.
1- Segunda-Feira
Feira da Rua Bandeirantes – Enseada
Rua Bandeirantes com Rua 5 – Dois banheiros
2- Terça-Feira
Feira do Jardim Santense
Rua Ceará com a Rua Santa Catarina – Dois banheiros
Feira Vila Zilda
Rua Heleno Correa dos Santos com a Avenida Brasil – Dois banheiros

Feira Perequê
Avenida Bidu Sayão (canteiro central) – Dois banheiros
3- Quarta-Feira
Feira Astúrias
Avenida Miguel Gonzalez com Rua Luiz Del Nero – Dois banheiros
Feira Vila Júlia
Rua Romão Salgado com Avenida Santa Maria – Dois banheiros
Feira Maré Mansa
Avenida do Bosque com a Rua das Mangueiras – Dois banheiros
Feira no Jardim Boa Esperança
Rua Wilson Pirani com Avenida Santos Dumont – Jardim Boa Esperança
Obs – Mais dois banheiros serão implantados na Feira de Santa Cruz dos Navegantes
4- Quinta-Feira
Feira Santa Rosa
Dois pontos com dois banheiros: Rua Manoel Domingos Cravo com Rua Luiz Felipe Machado e Rua Luiz Laurindo Santana com Rua Azuil Loureiro
Feira Morrinhos
Rua Odilon Maximiliano dos Santos – Dois banheiros
5- Sexta-Feira
Feira Santo Antônio
Dois pontos com dois banheiros: esquina com Rua Arnaldo Gimenes e esquina com a Avenida das Magnólias.
Feira Vila Baiana
Rua Argentina esquina com a Rua Orlando Falcão – Dois banheiros
6- Sábado
Feira da Rua Tambaú
Três pontos com dois banheiros: esquina com a Rua Progresso, esquina Rua Barão do Rio Branco e com Rua São Miguel
Feira da Cidade Atlântica
Avenida Atlântica esquina com a Avenida 2 – Dois banheiros
7- Domingo
Feira do Itapema
Três pontos com dois banheiros: Rua Carvalho Pinto com Rua Salvador Francisco Desidério, Rua Joana de Menezes Faro esquina com a Joaquim Martins Correia e na esquina com Rua Antônio Quinta

PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública – Tel.: (13) 3308-7470
Jornalista responsável: Karina Praça (MTb. 43.955) - Redatora: Carine Bernardino (MTb: 57.503)

Greenpeace traz projeto “De praia em praia” para Guarujá Pitangueiras e Tombo – Bandeira Azul vão receber a iniciativa


A Organização Não Governamental (ONG) Greenpeace traz projeto pioneiro para Guarujá, denominado “de Praia em Praia 2012”. As praias do Tombo e Pitangueiras irão receber o evento em 1º de fevereiro, das 14 até as 20 horas, no Núcleo de Informação e Educação Ambiental Paulo Tendas, na Praia do Tombo.
 
O evento segue até dia 5 e será na Praia das Pitangueiras, das 16 até às 22 horas, na Praça dos Expedicionários. O principal objetivo do projeto é capacitar pessoas que têm como objetivo a temática ambiental no que tange o engajamento social e cultural na campanha em proteção às praias do Brasil.
 
“O Greenpeace fará a apresentação de brincadeiras lúdicas de cunho ambiental, apresentação do grupo de percussão Pracatá e MPB com as bandas Aquavit e Calatrio. O pesquisador científico do Instituto de Pesca, professor Alberto Ferreira Amorin, fará o lançamento de seu livro “Peixes de Bico do Atlântico”. A renda será revertida para preservar os animais marinhos. Também teremos a nossa apresentação da brincadeira lúdica ‘Tirando o Lixo e Pondo o Bicho’.”, explicou a professora Educação Ambiental, Sandra Mara Ramos Sampaio.
 
De acordo ainda com a professora, o dia será repleto de ações. As Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Turismo, Educação e Cultura estão unidas no projeto, como também o Instituto Gremar, Pesquisa, Educação e Gestão de Fauna. A Cooperativa Pérolas do Guarujá (Coopeg) irá mostrar os trabalhos que fazem com o couro do peixe e também a Unidade de Orientação e Apoio da Defesa Civil (UOA).
 
Greenpeace – É uma organização não-governamental com sede em Amsterdã, nos Países Baixos, e escritórios espalhados por 40 países.
 
A entidade atua internacionalmente em questões relacionadas à preservação do meio ambiente e desenvolvimento sustentável, com campanhas dedicadas às áreas de florestas (Amazônia no Brasil), clima, nuclear, oceanos, engenharia genética, substâncias tóxicas, transgênicos e energia renovável. A organização busca sensibilizar a opinião pública através de atos, publicidades e outros meios.
 

PREFEITURA DE GUARUJÁ - Assessoria de Imagem e Comunicação Pública- Tel.: (13) 3308-7470
Jornalista responsável: Karina Praça (MTb: 43.955). Redator: Wilson Balaions (Mtb 60.147)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Menos sacolas, mais lixo nas ruas As moscas sumiram, pois o lixo orgânico é embalado nas sacolas plásticas; com o seu banimento, veremos lixo pelas ruas ou em caixas de papelão

LÍVIO GIOSA
Quem está com a razão? Os supermercados, os fabricantes, o poder público ou o consumidor?
O debate sobre o acordo do governo com os supermercados a respeito do banimento das sacolas plásticas tem de começar imediatamente e em nome da verdade.
Quais interesses estão realmente envolvidos?
O detalhe é que este acordo voluntário entre o governo e os supermercadistas só atende a um dos lados da balança.
Até agora, parece que os argumentos político e econômico afloram, já que o meio ambiente está só de pano de fundo.
Os supermercados gastam R$ 500 milhões ao ano com as sacolinhas plásticas. Ao tentar bani-las, a pergunta é: eles irão repassar esse custo ao consumidor diminuindo o valor dos produtos?
Esse mesmo consumidor já adquiriu um direito, e agora resolveram tirá-lo sem consultar.
As sacolas plásticas significam somente 0,2% dos aterros sanitários. Elas são muito menos poluentes em todo ciclo de produção e, principalmente, são reutilizáveis.
A questão da saúde pública, pouco abordada neste debate, precisa vir à tona.
Onde estão as moscas? Sumiram, porque o lixo orgânico é embalado nas sacolas plásticas.
Com a operação de banimento, teremos de comprar muito mais sacos de lixo para minimizar este impacto. A conta é simples: em média R$ 75,00 a mais por mês no orçamento doméstico. As classes C, D e E irão aguentar?
Veremos, assim, muito lixo jogado nas ruas ou em caixas de papelão. Vai ocorrer uma ampliação das doenças infecciosas.
Por outro lado, já que o governo, tão cioso pela causa ambiental, entrou nessa história, há uma questão básica a abordar.
Só em São Paulo, mais de 100 mil trabalhadores, direta ou indiretamente, perderão seus empregos.
O governo, como instituição imparcial e isenta, deveria, minimamente, ouvir o conjunto da sociedade envolvida. Assim, além dos citados no início do artigo, os trabalhadores necessariamente teriam que participar do debate.
Diante de tal situação, porque os deputados estaduais não propuseram audiências públicas para coletivizar o debate e tirar conclusões mais imparciais?
Cabe aqui, portanto, algumas conclusões e proposições, diante do cenário que se apresenta:
1) Os interesses econômicos e políticos envolvidos nesta questão estão acima do ambiental;
2) O governo de São Paulo deveria sugerir um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) para definir uma ação conjunta entre os envolvidos e chegar a um acordo que possa satisfazer, a médio prazo, o interesse comum da sociedade;
3) A educação ambiental para o consumo responsável deveria ser o objetivo indutor que formaria a consciência e a sensibilização de todos, voltados para práticas sustentáveis e que relevem o consumo consciente.
Aí sim, ajustados à causa e com imparcialidade, a sociedade e os herdeiros do futuro sustentável agradecerão.
LÍVIO GIOSA, 59, administrador de empresas, é vice-presidente da ADVB (Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil), coordenador do Ires (Instituto ADVB de Responsabilidade Socioambiental) e presidente do Cenma (Centro Nacional de Modernização Empresarial)
Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

domingo, 29 de janeiro de 2012

QUIOSQUES NAS PRAIAS, O COMÉRCIO DOS PEGA-TROUXAS! ENVIADO DA FOLHA DE SÃO PAULO MOSTRA QUE QUIOSQUES AFUGENTAM TURISTAS COM SEUS PREÇOS.






No Guarujá, turistas e donos de quiosques se queixam de preço alto

VENCESLAU BORLINA FILHO – Folha de São Paulo

Os preços cobrados nas praias de Enseada, Pitangueiras e Pernambuco, no Guarujá (86 km de São Paulo), são suficientes para “fechar o tempo” tanto para turistas quanto para os comerciantes.
Os consumidores reclamam dos altos valores. Os ambulantes e os proprietários de quiosques se defendem e afirmam que também compram mais caro e, por isso, têm que repassar o preço.
O item que mais subiu nas praias da cidade foi a caipirinha de limão feita de cachaça. A variação chegou a 62,5% de um verão ao outro. O valor mais alto da bebida foi encontrado na Enseada: R$ 13.
Os preços da água de coco e do milho foram “padronizados”: R$ 5. No ano passado, os dois produtos eram vendidos a R$ 4.
“Cobrar R$ 5 por uma água de coco é muito”, reclama a gerente comercial Elaine de França, 34. “Eu trago tudo de casa”, diz a aposentada Marlene Finotti Pellegrini, 65, que tem um apartamento em Pitangueiras.
A mesma água de coco custa R$ 3 na praia de Boa Viagem, em Recife (PE), ante R$ 2,50 no ano passado (20% de aumento). Na praia de Ondina, em Salvador (BA), o aumento foi de 50% (de R$ 1 para R$ 1,50).
“Tem que ter preço razoável. Do contrário, não vende”, diz Isabel da Silva, 59, que trabalha há 17 anos na praia de Pernambuco.

Sacolas Plásticas nos super mercados



Esgoto de 31 mil casas do litoral vão parar no mar Nas praias da região norte, 30% dos imóveis não têm rede coletora da Sabesp Folha percorreu cinco rios de Ilhabela e São Sebastião, todos tinham cheiro de esgoto ou canos jogando dejetos


EDUARDO GERAQUE
DE SÃO PAULO
TALITA BEDINELLI
DANIEL MARENCO
ENVIADOS ESPECIAIS A ILHABELA


Após um passeio de lancha e uma caminhada pela areia, a empresária Mariana Atti, 27, lava os pés em um rio que deságua entre as praias de Barra Velha e Perequê, em Ilhabela, litoral norte de SP.
A poucos metros dali, uma casa despejara esgoto sem tratamento no rio. "Vou chegar em casa, lavar o pé e desinfetar com álcool", diz.
A cena é comum no litoral de São Paulo. Até mesmo em municípios mais nobres, córregos e rios servem de "depósito" de esgoto e os dejetos acabam no mar.
No litoral norte, 30% dos imóveis não têm rede coletora da Sabesp. Mas o problema também é gerado por casas que têm o esgoto disponível, mas não quiseram se conectar à rede.
Dados obtidos pela Folha mostram que em Ilhabela quase metade das residências que tem rede coletora da Sabesp não está conectada.
Em todo o litoral paulista, são mais de 31 mil moradias (muitas delas de alto padrão) que estão nessa situação.
É responsabilidade do morador fazer a ligação entre sua casa e a rede. O procedimento tem custo que depende do tipo de obra, segundo José de Oliveira Paulo, 53, gerente da Sabesp em Ilhabela. O valor varia de R$ 100 a R$ 4.000.
Depois da ligação, a moradia também passa a pagar pelo tratamento de esgoto. A não execução do serviço pode gerar multas.
Estimativas da companhia mostram que a clandestinidade no litoral faz que 17,7 milhões de litros diários de esgoto (o que encheria o tanque de 354 mil carros populares) deixem de seguir para o tratamento adequado.
Neste verão, a Folha percorreu parte de cinco rios e córregos de Ilhabela e São Sebastião a partir do mar, onde eles deságuam. Em todos, havia canos despejando dejetos ou cheiro forte de esgoto.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Forçando a barra...Convention &Visitors Bureau...nome pomposo e conversa mole sem comprovação fática

Dona Lau...gostaríamos muito que fosse verdade...seus números são maravilhosamente fantásticos.

Ritz quer desenvolver retroporto no Guarujá



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Noticiário cotidiano - Portos e Logística
Sex, 27 de Janeiro de 2012 07:19
A Ritz Engenharia pretende desenvolver retroporto em terreno de um milhão de metros quadrados que está negociando no Guarujá (SP), em área próxima à margem esquerda do porto de Santos. A aposta da empresa é estimulada, principalmente, pela demanda crescente por galpões e pátios para armazenagem de contêineres por parte de fornecedoras de produtos e serviços para a cadeia de petróleo e gás, na Baixada Santista, em função dos investimentos do pré-sal.

Os projetos relacionados à exploração da camada pré-sal da Bacia de Santos vêm atraindo expressivo volume de recursos para a região da Baixada Santista. Para desenvolver o retroporto da Ritz, os investimentos podem chegar a R$ 650 milhões. Os desembolsos são estimados em R$ 500 milhões, e a avaliação preliminar do terreno aponta valor de R$ 100 milhões a R$ 150 milhões.

Os proprietários da área entrarão como sócios do projeto do retroporto a ser desenvolvido. O valor final do terreno ainda depende de que parcela da área total poderá ser aproveitada para construção. Sem detalhar a localização exata, o sócio da Ritz, Paulo Succar, afirma que se trata de terreno a cerca de 15 minutos de carro da margem esquerda do porto de Santos. "A expectativa é que as negociações da área sejam definidas até abril", afirma.

Há potenciais investidores interessados no projeto, segundo ele, mas a Ritz só vai buscar, formalmente, aportes para desenvolver o retroporto após fechar negócio com os donos da área. Os potenciais interessados são fundos de investimento com capital estrangeiro que já investem no setor de construção no Brasil. "O projeto deverá ter múltiplos investidores. É possível que haja um fundo líder que monte um grupo de fundos", conta Succar. Conforme o executivo, parcelas do projeto poderão ser securitizadas, futuramente, por meio de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs).

O início das obras deve levar pelo menos dois anos, segundo Succar. Após ser fechada parceria com as duas pontas - proprietários do terreno e futuros sócios investidores -, a Ritz, que será minoritária no projeto, irá atrás dos potenciais ocupantes. A intenção é oferecer galpões no formato de build-to-suit (construção sob medida) para atender aos fornecedores de produtos e serviços para a Petrobras. O projeto terá também pátios para armazenagem de contêineres ou destinados a empresas que não necessitam de espaços cobertos, mas precisam de área para armazenar peças pesadas, como brocas.

Há vários outros investimentos em curso em projetos relacionados à exploração da camada pré-sal na Baixada Santista. É o caso do Complexo Bagres, plataforma logística de serviços na área naval e de offshore que será instalada na Ilha dos Bagres, na área continental de Santos. A São Paulo Empreendimentos Portuários está desenvolvendo o complexo. Os aportes para as obras de infraestrutura, estimados em R$ 1,8 bilhão, serão financiados com capital próprio e de fundos. O Complexo Bagres terá, entre outras atividades, estaleiro de reparos navais, base de apoio logístico às atividades de petróleo e gás, terminal de movimentação de sólidos e retroárea de apoio.

A região da Baixada Santista tem recebido também investimentos em portos e retroportos não relacionados à exploração do pré-sal. Os planos da própria Ritz abrangem a construção, no retroporto, de silos para a armazenagem de grãos, embarcados em larga escala no porto de Santos. De janeiro a novembro, o porto de Santos registrou movimentação recorde de quase 89 milhões de toneladas, com destaque para a exportação de açúcar, soja e milho.

Outro investimento na região não ligado a petróleo e gás é o terminal portuário privado multiuso desenvolvido pela Empresa Brasileira de Terminais Portuários (Embraport). Com investimentos de R$ 2,3 bilhões e previsão de início das operações em 2013, o terminal terá capacidade de movimentação de dois milhões de TEUS (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e dois bilhões de litros de etanol ao ano. O projeto do terminal é uma parceria entre a Odebrecht TransPort, a DP World e a Coimex.

Fonte: Valor Econômico/Por Chiara Quintão | De São Paulo

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Defesa Civil de Guarujá leva sua Unidade de Orientação e Apoio à Praia das Pitangueiras nesta sexta (27)


Com o objetivo de orientar visitantes e moradores de Guarujá sobre os cuidados a serem tomados para evitar acidentes com raios, comuns devido às chuvas de verão (fortes e de curta duração, frequentes nos meses de dezembro a março), a Defesa Civil de Guarujá estará com sua Unidade de Orientação e Apoio (UOA), nesta sexta-feira (27), das 9 às 12 horas, na Praça das Bandeiras, ao lado do Shopping La Plage, na Praia de Pitangueiras.

Na ocasião, os técnicos da Defesa Civil guarujaense irão distribuir folhetos informativos à comunidade e alertar a população sobre precauções a serem tomadas quando pessoa está em área aberta, como a praia, e começa uma tempestade.

Para o órgão, por desconhecimento ou por não acreditar que os raios matem, as pessoas deixam de observar cuidados simples, como não permanecer em local descampado durante as tempestades.

Segundo a Defesa Civil, em todos os acidentes por descargas elétricas, as vítimas estavam em locais abertos, como área rural, praia, campo de futebol, topos de prédio, estacionamentos abertos, quadra de tênis ou morros.

A Defesa Civil lembra que as descargas elétricas ocorrem na maioria dos temporais. O raio pode alcançar duas ou mais vezes o mesmo lugar. Geralmente atinge o objeto mais alto de cada área.

Estas e outras informações de interesse público estão disponíveis no site da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil www.defesacivil.sp.gov.br. Em Guarujá, o órgão atende pelo telefone 199.

Durante uma tempestade, a população deve:

  • Abrigar-se em casa ou edifício.
  • Caso esteja em um veículo, não sair. Fechar os vidros e não encostar nas partes metálicas;
  • Evitar lugares abertos como estacionamentos, praias e campos de futebol;
  • Se estiver no mar, rio, lago ou piscina, sair imediatamente;
  • Manter distância de objetos altos e isolados, como árvores, postes, quiosques e caixas d’água;
  • Afastar-se de objetos metálicos grandes e expostos, como tratores, escadas e cercas de arame;
  • Evitar soltar pipas e não carregar objetos como canos e varas de pesca;
  • Evitar andar de bicicleta, motocicleta ou a cavalo;
  • Se não houver nenhum abrigo por perto, ficar agachado com os pés juntos até a tempestade passar. Não deitar no chão;
  • Afastar-se de aparelhos e objetos ligados à rede elétrica, como televisões, geladeiras e fogões;
  • Evitar utilizar o telefone (ao menos que seja sem fio ou celular);
  • Afastar-se de janelas, tomadas, torneiras, canos elétricos e evitar tomar banho.

Verdades sobre as tempestades:
  • As descargas elétricas acontecem na maioria dos temporais;
  • Os raios são mais comuns no verão, mas podem ocorrer no inverno;
  • O raio pode cair duas ou mais vezes no mesmo lugar e normalmente atinge o objeto mais alto de um determinado local;
  • Os raios podem matar.

PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública – Tel.: (13) 3308-7470
Jornalista responsável: Karina Praça (MTb.: 43.955) – Redator: Diego Oliveira Barbosa (MTb.: 1.257)

Indícios apontam que desabamento foi causado por dano estrutural



DIANA BRITO
DO RIO
FERNANDO MAGALHÃES
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), afirmou na manhã de hoje que os indícios apontam que é improvável que odesabamento de três prédios no centro do Rio tenha sido causado por uma explosão. A principal hipótese até o momento aponta para problema na estrutura de um dos prédios.
"Provavelmente, houve uma falha estrutural do prédio maior --de 20 andares-- que levou ao desabamento dos outros dois prédios menores --de 10 e quatro andares", afirmou o prefeito. Ele acrescentou ainda que a resposta definitiva sobre as causas do desabamento será dada pela perícia.
Moradores da região afirmaram que não foi ouvida nenhuma explosão, e que o prédio de 20 andares tinha obras em dois andares e apresentava rachaduras. Não havia, no entanto, registro de abalos na Defesa Civil.
Paes pediu que as pessoas não circulem pela região. A avenida 13 de Maio (onde ocorreu os desabamento) está totalmente interditada.
Já a avenida Almirante Barroso também foi bloqueada entre a rua Senador Dantas e a avenida Rio Branco. A Senador Dantas funciona com mão invertida entre a Almirante Barroso e a rua Evaristo da Veiga.
metrô funciona normalmente hoje. Ontem, as estações Uruguaiana, Carioca, Cinelândia e Presidente Vargas precisaram ser fechadas devido ao desabamento.
DESAPARECIDOS
Na manhã de hoje, ao menos, 19 pessoas permanecem desaparecidas após o desabamento, segundo a Prefeitura do Rio. Cinco pessoas já foram resgatadas com vida, sendo que três delas permanecem internadas.
As vítimas foram encaminhadas ao Hospital Souza Aguiar e uma delas precisou passar por cirurgia após ter tido o couro cabeludo arrancado.
Daniel Marenco - 25.jan.12/Folhapress
Bombeiros observam máquina que trabalha na remoção de escombros após desabamento no centro do Rio
Bombeiros observam máquina que trabalha na remoção de escombros após desabamento no centro do Rio
DESABAMENTO
Os três prédios localizados ao lado do Theatro Municipal desabaram por volta das 20h30. O teatro não foi atingido, mas seu anexo, onde funciona a bilheteria, sofreu danos por causa dos escombros.
Pessoas que estavam em um edifício próximo usaram a luz de seus telefones celulares para chamar a atenção dos bombeiros e buscar socorro. Com as escadas cheias de escombros, não havia como sair. Um grupo de 30 pessoas foi resgatado.
Zelador de um dos prédios, uma das vítimas disse que o edifício Liberdade estava vazio quando houve o desmoronamento, mas de acordo com o analista de sistemas Fernando Amaro, 29, que estava no quarto andar do Liberdade, um grupo de 30 pessoas participava de um treinamento profissional no imóvel.
Ernesto Carriço - 25.jan.12/Agência O Dia
Pessoas que estavam próximas à região onde dois prédios desabaram, no centro do Rio, ficam cobertas de poeira
Pessoas que estavam próximas à região onde prédios desabaram no centro do Rio ficam cobertas de poeira
Às 21h30 houve um princípio de incêndio. De acordo com bombeiros, havia forte cheiro de gás no local. Jornalistas e curiosos foram afastados. Um cordão de isolamento mantinha todos a cerca de um quarteirão do local do desabamento.
Fiscais da CEG (companhia de gás do Rio) foram chamados para fechar as tubulações de gás, por medida de segurança. A empresa informou que não havia registro de reclamações de vazamento de gás no prédio, nem vistoria agendada. A Light desligou o fornecimento de energia nos arredores para evitar incêndios.
Editoria de Arte/Folhapress

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Dois prédios desabam no Rio Segundo testemunhas, um terceiro prédio também pode ter desabado. Defesa Civil diz que desabamento deixou 11 vitimas, entre mortos e feridos.


Do G1 RJ, com informações da Globo News


Dois prédios desabaram um pouco antes das 21h desta quarta-feira (25) na região da Rua Treze de Maio, no Centro do Rio de Janeiro, segundo informações do Centro de Operações da Prefeitura. Em entrevista, o prefeito Eduardo Paes afirmou que foram atingidos um prédio de dez andares e outro de 20 andares. "Aparentemente não foi uma explosão, o desabamento aconteceu por um dano estrutural no prédio. Acredito que não tenha sido vazamento de gás", disse o prefeito, que anunciou a abertura de um posto de informações em frente à agencia da Caixa Econômica Federal, na esquina das avenidas Chile e Rio Branco.
De acordo com a empresária Zilene Bernardino, que trabalha no local, o prédio de dez andares fica na Rua Manuel de Carvalho, esquina com Treze de Maio, e o outro na própria Treze de Maio. Um terceiro prédio, de menores proporções, também pode ter desabado, segundo testemunhas.
Mapa de área do desaabamento (Foto: Arte/G1)
Menos de uma hora depois dos desabamentos, a Defesa Civil Estadual informou que a tragédia deixou 11 vítimas, sem detalhar mortos e feridos.
Quatro dos feridos receberam atendimento no Hospital Souza Aguiar: três homens (dois de 37 anos e um de 50) e uma mulher de 28 anos. O quadro mais grave é da mulher, que teve lesão no couro cabeludo e vai ter que passar por cirurgia.
Um zelador e um operário, que estava dentro de um elevador, estão entre os feridos retirados com vida dos escombros. As informações são do coronel Sérgio Simões, secretário estadual de Defesa Civil. Ainda de acordo com o coronel, as buscas se concentram em dois pontos sinalizados com a ajuda de cães farejadores.
Uma moradora de um prédio vizinho relatou que três andares de um dos prédios passavam por reforma. "De repente, ouvimos um grande barulho e começou a voar tudo", contou a argentina Devora Galavardo, que mora há seis meses em frente ao prédio que desabou.
Amigos e parentes cercam o local em busca de informações sobre pessoas que trabalham na região, enquanto a Guarda Municipal impede a aproximação, pelo temor de dano estrutural às construções vizinhas.
De acordo com a assessoria do Corpo de Bombeiros, há 60 homens da corporação no local do desabamento atuando no trabalho de socorro. Há bombeiros dos quartéis da Barra da Tijuca, de São Cristóvão e do Centro. Há 14 viaturas entre ambulâncias, caminhões de água e de escada magirus. O prefeito Eduardo Paes está no local.
Prédio desaba no Centro do Rio (Foto: Marcelo Piu/Agência O Globo)Prédio desaba no Centro do Rio (Foto: Marcelo Piu/Agência O Globo)
De acordo com informações do Centro de Operações da prefeitura, a Avenida Almirante Barroso, entre a Rua Senador Dantas e Avenida Rio Branco, está interditada em ambos os sentidos. No twitter do Centro de Operações, a prefeitura faz um alerta: "Atenção motoristas! Evite a região da Cinelândia, Carioca e Rio Branco para não atrapalhar os trabalhos dos Bombeiros e Defesa Civil".
Segundo o Metrô Rio, as estações da Presidente Vargas, Uruguaiana, Carioca e Cinelândia foram fechadas. Com isso, a Linha 1 vai de Ipanema até a Glória e Linha 2, até Central.
O Centro de Operações Rio informou ainda que as linhas de ônibus 180 e 184, que passam pelo metrô do Largo do Machado até a Central, estão sendo reforçadas por conta do fechamento de quatro estações do metrô.
A Light desligou a luz nos arredores para evitar incêndios. Vinte viaturas da polícia foram acionadas para isolar a área.
Em nota oficial, o Theatro Municipal informou que o desabamento do edifício da rua Treze de Maio não causou prejuízos ao prédio, nem danos estruturais. A única parte atingida por escombros foi a bilheteria, no prédio anexo. Nenhum funcionário foi atingido.
Prédio desaba e causa destruição no Centro do Rio (Foto: Reprodução TV Globo)Prédio desaba e causa destruição no Centro do Rio (Foto: Reprodução TV Globo)