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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Ouvidoria do Guarujá


Ouvidoria:
Ouvidor: Marcos Cesar Ponce GarciaEndereço:
Av. Santos Dumont, 640, 2º Andar
Telefones: 3355-4211 ou 3382-3728
Cadastrar Novo Boletim, clique aqui
Consultar Boletim Existente, clique aqui
(não tente ligar no 3382-3728m pois é uma residência)
(tente fazer a reclamação on line e veja que ela não funciona)
********************************************************************

Ontem, dia 2 de fevereiro tentamos entrar em contato com a Ouvidoria do Guarujá.
Não conseguimos fazer nossas reclamações on line pois o site estava em manutenção, segundo informações posteriores.

O telefone da ouvidoria também estava grafado errado no site da Prefeitura. Finalmente consegimos contato, por volta de 12:00 horas e fomos informado que o Ouvidor havia saído mas retornaria nosso telefonema.
Às 17:00, como não houve o retorno, ligamos novamente e fomos gentilmente atendidos pela Da. Silvana de Fátima que anotou nossa reclamação da ocupação ilegal da calçada da rua Humberto Rebizzi, pelo Pão de Açucar.
A funcionária prometeu verificar que providências poderiam ser tomadas e retornar o contato.

Vamos aguardar.
RESPOSTA
OUVIDORIA GERAL DO MUNICIPIO
JÁ ARRUMAMOS NO SITE O NUMERO DO TELEFONE CORRETO. AGRADECEMOS O CONTATO E NOS DISPONIBILIZAMOS A ESTE BLOG
TELEFONE DA OUVIDORIA(13) 3355-4211 / 3382-3721
Av. Santos Dumont, 640, 2º AndarDESDE JÁ AGRADEÇO
MARCOS CESAR PONCE GARCIAO
UVIDOR MUNICIPAL

3 comentários:

borboleta azul disse...

Estava há muito tempo afastada e, durante esse longo tempo de ausência, trabalhei muito. Voltei com força total, querendo trabalhar mais, ser útil, fazer parte da comunidade. Logo no primeiro vôo pela rede, me deparo com o seguinte blog: www.sosguaruja.com.br. O que vejo?
Vejo pessoas que fazem parte da cidade, mas sinto que há uma distância enorme entre essas pessoas, em relação aos chamados cidadãos, essas apenas criticam e não dão sua contribuição pessoal para o crescimento da comunidade.
Se sentem os verdadeiros donos da cidade porque nasceram ou porque freqüentam há muito tempo. E dessas pessoas a cidade que hoje vivo está cheia. Gente que chega ao ponto de ser arrogante mesquinha e egoísta dentro da própria cidade. Gente que acha que o seu trabalho é mais importante ou tem mais valor que o trabalho daquele que atende ao turista em seu humilde carrinho de praia, tudo para atender interesses próprios.
É preciso que as pessoas entendam, que há uma necessidade gritante de se acolher o turista, de fazê-lo sentir-se em casa, a vontade, e que toda essa população que vive na periferia da cidade precisa de renda para sobreviver. Que quando ela demonstra o interesse e a vontade de contribuir de trabalhar honestamente é preciso trazê-lo para perto, orientar, instruir, educar. Esse, talvez, seja um dos motivos pelos quais muitos se afastem do trabalho procurando, muitas vezes, outras atribuições como o crime por exemplo.
Mas, diante da dura realidade, mesmo os que dizem ter muito conhecimento e educação, preferem criticar e difamar, talvez para criar polêmica, junto aqueles que respeitam e procuram seguir as regras e leis da vida em sociedade, que muito mais que simples regras, são as leis da sobrevivência.
Mais uma vez percebo a ação do inimigo que usa de seus meios para criar atritos, chamar a atenção e denegrir a imagem de trabalhadores. Será que podem ser chamados cidadãos estes que apenas ajudam a difamar e a criticar nossa cidade. Isso me entristece profundamente.
É preciso que despertem do sono em que estão mergulhados, e deixem de olhar apenas para o próprio umbigo.
Percebo gente que se diz da imprensa tentando interferir na forma de pensar e agir do povo, influenciando para o mal, para a podridão.

- Críticas construtivas ajudam á melhorar, mas o que foi postado aqui, está longe de ser crítica para melhorar.

- Me sinto indignada e me declaro inimiga número 1, porque postura amigável eu tenho quando o assunto é para ajudar, e não difamar.
Denegrir ou colaborar?:

Existem também, é claro, aqueles que preferem só aparecer e poluem as boas intenções de muitos.

Mas como julgar quem é quem? Quem decide isso? Você? Eu? Um bando de gente amarga que acha que são os melhores e são meros remasters miseráveis?


Idéias novas são sempre bem pois o mundo é alimentado por elas. Ele praticamente nasceu e se sustenta delas.. O Tempo vai dizer quem é bem intencionado ou não.



O uso de denegrir expressa uma mente discriminatória. “O hábito faz o monge”. Não fica bem ao caro jornalista, se utilizar de atitude tão detestável e de teor depreciativo para se expressar.
O que não é admissível é levar a critica como ato de terrorismo, ou mesmo dizer e afirmar com o propósito implícito de caluniar outrem, e com isso afastar os turísticas que estão aqui para matar a fome de muitos, e que estão mais interessados em ver o que a cidade têm de belo, porque todos temos os dois lados, eu , você, a moeda, a direita a esquerda, o claro o escuro, mas será que o turista disposto a curtir as suas férias está mesmo querendo ver este lado que você faz questão de mostrar de forma tão destrutiva, ou ele quer curtir com sua família o que o Guarujá tem de melhor, o nosso olhar sobre as coisas altera e muito.
A título de curiosidade, se diz que Picasso não conseguia fazer contas porque quando olhava os números, enxergava figuras. O número sete, para ele, era um nariz de cabeça para baixo.
Sua atitude é arrogante, abusiva e prepotente. Utiliza palavras que não edificam ninguém, pelo contrário trás repudia em suas palavras.
ACREDITO QUE TODOS SO TEM FALADO EM UMA PALAVRA QUE É EM MINHA OPINIÃO UM POUCO FORTE. "TEMOS QUE COMBATER”. ACREDITO QUE O MUNDO SEMPRE FOI ASSIM E SEMPRE O SERÁ. ATACAR, ACREDIR E USAR A PALAVRA COMO VEÍCULO DE VIOLÊNCIA SÓ SERVE PRA AUMENTAR AINDA MAIS AS CONTENDAS DESTES ASSUNTOS. SERIA A MELHOR SAIDA PARA TODOS SE IMPORTAREM MAIS COM O PLANETA QUE TEM SIDO DESTRUÍDO DO QUE COM CONFUSÕES PESSOAIS.
Na verdade nós, de uma maneira geral, usamos a palavra sem nos dar conta da importância da palavra na nossa vida. Quero aproveitar a oportunidade aqui de mencionar o fato de que nós, seres humanos, sem a presença de outros seres humanos nós não somos nada. Nós dependemos sempre dos outros para ser alguma coisa. Um ser humano abandonado sozinho na infância se torna “nada”. Ele não se torna um ser humano. Ele não aprende a falar, não aprende a pensar, não aprende a civilização. Ele não tem isso herdado geneticamente. Ele tem isso aprendido socialmente na convivência com os demais seres humanos. E o instrumento para essa troca, para essa convivência, é a palavra. A palavra escrita, a palavra falada, a palavra gestual – como no caso dos surdos-mudos – a palavra até mesmo na forma da expressão corporal e dos símbolos dos quais nós nos revestimos para apresentar nossa posição social, nossa importância, nosso “status” na estrutura da sociedade humana.
A palavra como um conceito de troca. Ora, esse é o uso que nós conhecemos para a palavra. Por si só já seria um uso formidável, porque a palavra é o que nos dá a condição de sermos humanos. Ela cria a condição para que sejamos humanos. É uma ferramenta para a nossa manifestação individual como seres humanos. Mas não é a palavra em si que nos caracteriza como seres humanos. O que nós temos como característica de ser humano, não aparece se a palavra não existir. A palavra, portanto, não é a nossa natureza, mas sim o meio, a ferramenta através da qual a nossa natureza aparece.
A palavra tem um poder maior de mobilizar as forças naturais do que usualmente imaginamos. Não estamos habituados a pensar na palavra como uma ferramenta não apenas social, mas mágica, de relação do indivíduo com a natureza ao seu redor. Tanto não pensamos assim que usamos as palavras de uma forma bastante medíocre, depreciativa. Nossa tendência coletiva, social, não é falar, é tagarelar. É chatear os outros com a palavra.
Não fazemos um uso adequado da palavra. Fazemos um uso pobre, no sentido da pobreza de espírito. Mas, vejam só, as palavras são ferramentas. Quando eu uso uma ferramenta para destruir, isso não significa que a ferramenta seja destrutiva, mas sim que eu sou destrutivo. Quando a mesma ferramenta eu uso para construir, isso também não significa que a ferramenta seja construtiva, mas sim que a minha alma deu a ela esse caráter. A palavra é essa ferramenta, que podemos usar para construir ou para destruir. Podemos usá-la para transformar a natureza e o mundo ao nosso redor. Ou podemos usar simplesmente para nos esconder do mundo.
A palavra é um ato voluntário do ser humano. Nenhum de nós pode dizer que falou “sem querer”. “Eu falei, mas não queria ter dito isso...”. Falamos porque queremos. O falar é um ato absolutamente, integralmente, voluntário. Falamos o que queremos.
Você pensa que é ousado, mas depois disso é preciso ousar. Ousar é transformar a vontade em atos. Não basta querer, estar com vontade de fazer isso ou aquilo. É preciso ousar. Melhore, colabore, faça, construa ao invés de querer destruir, denegrir, caluniar. A vida é ousadia. Mas, sobretudo, é preciso calar.
Por que calar? Se a palavra é tão importante, por que calar?
Justamente porque a palavra é tão importante, tão solene, ela não deveria ser desperdiçada. Não deveríamos abrir as torneiras e derramar palavras para todo lado, porque nós enfraquecemos as palavras dessa maneira. Nós estamos exaurindo o nosso poder de criação tagarelando, falando, falando, falando... Falando coisas inúteis.
Falamos um monte de bobagens. Muitas inutilidades. E de repente nos deparamos com uma situação que exige de nós uma voz de comando, uma atitude nobre e o que nós fazemos? Aí sim, calamos. No momento em que nós precisamos falar, nós não falamos.
As palavras foram objeto de toda uma ética, no passado. Vejam que coisa curiosa: no tempo dos gregos, da Grécia clássica, dos séculos que antecederam a Era Cristã, a mentira, quando descoberta, podia ser punida com a morte do mentiroso. Mentir era um crime de morte. Obviamente as pessoas pensavam muitas vezes antes de contar uma mentira. Até mesmo os grandes chefes militares, numa situação em que hoje qualquer militar mentiria, eles contavam a verdade. Todos conhecem a história dos “trezentos de Esparta”, que podiam perfeitamente, num blefe, escapar do cerco persa. No entanto preferiram dizer: “somos trezentos” e vamos ficar aqui e lutar até à morte.. Eles deixaram Esparta dizendo que morreriam defendendo sua nação, e não seria possível voltar para casa e desistir da luta. Eles eram muito fortes. Voltar atrás com a palavra era uma vergonha. Eles não seriam recebidos de volta.
Nós não precisamos ir muito longe. Não sei se você se lembra, na história do Brasil, das lutas em Minas Gerais por causa do ouro. Os paulistas foram até lá se apropriar de terras e minas, mas foram tocados de lá pelos emboabas, os mineirinhos. Esses mineirinhos puseram os paulistas para correr. E eles retornaram para São Paulo, derrotados. Mas chegando aqui foram escorraçados de volta para Minas. As próprias esposas dos paulistas não quiseram recebê-los em casa. Foi uma péssima recepção, pois eles estavam ferindo os brios das famílias brasileiras, derrotados pelos recém-chegados. Após jurarem vitória, retornaram com a derrota.
Com isso tudo quero dizer que todos esses povos davam muito mais importância à palavra do que hoje damos. Hoje a mentira está consagrada como aceitável. Nós aceitamos a mentira. Todo mundo mente um pouquinho. Mentir um pouquinho não faz mal a ninguém. No entanto, ainda que não faça mal socialmente, porque não muda muito a nossa vida, faz mal pessoalmente, justamente porque não muda a nossa vida. E o objetivo da palavra é a mudança, a transformação. A palavra não existe apenas para manter a situação. Ela não é conservadora, mas sim transformadora. A palavra é uma ferramenta de transformação. Ela transforma o ser humano em ser humano de verdade. Faz do ser humano que era um mero animal, uma máquina da natureza, se transformar num semideus, numa divindade criadora. A palavra nos permite criar. Mas quando a palavra nos permite criar? Quando fazemos as palavras e os atos acontecerem juntos.
Um pequeno deslize com as palavras é capaz de destruir a unidade de uma cidade. Uma única palavra... Um “não” em hora errada ou uma afirmação maldosa, apressada, uma denúncia mal fundamentada, tudo isso tem a capacidade de destruir grande parte do trabalho da humanidade.
Veja bem, eu insisto aqui num ponto importante: “dizer”, aqui, não é apenas dizer com palavras, mas dizer com ações, com gestos, no sentido mais amplo do termo.
Ainda sobre a palavra, também, terminando sua palestra para os seus discípulos, o Cristo encerrou mais ou menos com essa frase, para preveni-los: “Seja o vosso falar um simples sim, um simples não. O que passar disso vem do mal”.
Seu Blog é tão grotesco, que levá-lo a sério é como dar um tiro na própria seriedade. Você não passa de mais um parasita social, como tantos outros que existem por ai, que RECEBEM FORTUNA através de herança, e abusa da miséria, da fragilidade, dos preconceitos e ignorância das pessoas. Você mais me parece um pervertido, anormal e homossexual.

Diogo PMG disse...

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OUVIDOR MUNICIPAL

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