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terça-feira, 21 de abril de 2009

Prefeita de Guarujá regulamenta turismo de 1 dia.



Clique na foto para ampliar


Nota do Editor:

“Bate e volta” 

Turismo de um dia, bate e volta, farofeiro, quiosques, porção de batata frita caipirinha e porquinho frito.

É um “cuscuz” de ilegalidades, instituídas em 1992 pelo ex-prefeito Waldyr Tamburus e incrementadas por todos os prefeitos que o sucederam.

A cronologia é mais ou menos a seguinte: em 13 de novembro de 1992 o então prefeito Waldyr Tamburus editou o Decreto Municipal 4.802 que aprovou o Projeto de Padronização, paisagismo e Urbanismo da Praia da Enseada.

Em 11 artigos inconstitucionais o prefeito impingiu ao Guarujá o começo da favelização das praias. Distribuiu a correligionários aquilo que hoje é um dos problemas mais graves do Guarujá.  Não um problema social como querem alguns, mas um problema político, na verdade.

Como retirar cerca de 100 quiosques na Enseada, se cada um deles foi dado e tem como padrinho um dos vereadores do passado ou presente?

O segundo passo para transformar em tormento dos moradores da Enseada foi dado pelo ex prefeito Maurici Mariano.

 Pelo Decreto 7.012 de 19 de fevereiro de 2004, modificou a redação do anterior permitindo o funcionamento dos quiosques das 08h00min às 02h00 horas, durante todos os meses do ano.

Com esse ato, transformou os quiosques que deveriam atender aos frequentadores da praia, no máximo até as 19 horas em restaurantes para almoço e jantar.

Mais uma vez a Constituição e a Legislação Federal foram ignoradas, especialidade de prefeitos populistas e pouco comprometidos com a cidade e os problemas que a ela causaram.

Farid Madi não deixou por menos espezinhar a lei.

Em 29 de janeiro de 2005 editou o Decreto 7.630 que permitiu aos quiosques permanecerem abertos até as 03h00min, facultando-lhes, nos meses de dezembro a fevereiro por 24 horas bastando para tanto um cadastro na Guarda Municipal.

Foi dessa maneira que o Guarujá se tornou a cidade com mais barracos de espetáculos do Brasil, espetáculos quase nunca agradáveis aos olhos e ouvidos dos moradores da Enseada e turistas que não aceitam esse desvio de atividade.

E não foi só isso.

O artigo 8o. do Decreto 7.630 ficou com a seguinte redação: 

Cada quiosque funcionará, no máximo com 25conjuntos de mesa com quatro cadeiras... A pedido do cliente cada quiosque poderá montar até 30 conjuntos de guarda-sóis com duas cadeiras e uma banqueta, os quais deverão ser desmontados imediatamente após o uso, sob pena de apreensão do equipamento.

Faça rapidamente o leitor a conta: trinta mesas, com quatro cadeiras e uma banqueta multiplicadas por 100 quiosques, somam a mixaria de 3.000 mesas, 12.000 cadeiras e mais 3.000 banquetas.

Não há, em todo o mundo nada parecido com isso!

 E nunca haverá clientes para isso.

Foi isso que levou os quiosques a se tornarem restaurantes, casas de show, alguns prostíbulos e já foram feitos flagrantes de tráfico de drogas.

 

Bem... não vou me estender, pelo absurdo de tudo isso que está ferindo a legislação Federal e já tem ordem de derrubada!!!

************

Nota II do Editor.

Se você acha que nós somos duros com o assunto veja esse link dos Inconfidentes

http://blig.ig.com.br/guarujaense/2009/04/21/xenofobismo-ou-moralizacao/

 

6 comentários:

Anônimo disse...

Isso é o que eu chamo de se nivelar por baixo uma cidade,que outrora foi a pérola do atlântico, me pergunto...QUEM GANHA COM ISSO??onde estão os proprietários dos seus apartamentos,e casas do IPTU mais caro do Brasil?proprietários que são 70% do PIB paulista,e não vem por conta da desordem e assaltos,eguilemental turismo de um dia e guardadores de carro que nos ameaçam de riscar nossos veiculos.

O que esse turistas de um dia gastam na cidade?nada!!trazem suas comidas nas malas,e nos deixam as sujeiras,pois não sabem se comportar em público,
POBRE GUARUJA,QUE TEM ESSA PESSOAS NO PODER À MAIS DE 20 ANOS.

Anônimo disse...

Gostaria de saber pára que serve uma ASSOCIAÇÃO COMERCIAL,que em tese,teria que no minimo chamar a imprensa para se manifestar contra esse absurdo,ou ela vai manifestar apoio tb a essa lei absurda?e que interesse teria a câmara em aurorizar isso ,sendo que o atual presidente é comerciante tb?

gostaria de ver todos esses turistas de um dia,almoçando bem no calcadão em frente o TAITHI.

Anônimo disse...

Pergunto a prefeita de plantão,quem vai fiscalizar esses turistas de um dia,se ela não consegue fiscalizar ambulantes ilegais,moradores de rua,e nem a falta de higiene dos ambulantes de pitangueiras,e no Guaruja inteiro.

Anônimo disse...

Devo lembrar as autoridades de plantão,que quem sustenta a cidade,são os proprietários de imoveis,que vão no mercado,restaurantes,hoteis etc,e que se viessem mais cidade os prestadores de serviço teriam mais trabalho como pequenas reformas,empregadas e cozinheiras etc...mas os governos de plantão gostam de afastar os proprietários,favorecendo os desordeiros,e que não pagam nada de taxa para o município.

POBRE GUARUJA

Anônimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Anônimo disse...

Indisciplina ou anencefalia‏

De: Maris Vita (statusmaris@gmail.com)
Enviada: terça-feira, 21 de abril de 2009 1:17:48
Para: SOS Guaruja (falecomodono@hotmail.com)
É lamentavel o que acontece na orla da praia (do Asturias ao morro do Maluf) pela manhã e ao final da tarde, calçadões e rua tomados por carrinhos lotados de cadeiras (são as praças de alimentação montadas na areia) e materiais de suporte aos pseudo-ambulantes que agridem o espaço alheio impedindo a passagem e criando risco de acidentes. Cadê a fiscalização dessa cidade? Cadê o administrador dessa bagunça? Pelo amor de Deus prefeita Antonieta, vá fazer uma caminhada saudável pelo calçadão de sua cidade e veja que coisa horrível que é isso. O único atrativo turistico dessa cidade é a praia, já está sendo vilipendiada pelo número enorme de carrinhos de alimentação sem o menor critério de higiene (cada consumidor tem o fornecedor que merece, as pessoas deveriam ter vergonha de vender e de comprar alimentos desses carrinhos), pelo menos estabeleça disciplina nesse transito de materiais que o turista ou o morador que circula por essas áreas merece.

21 de Abril de 2009 07:22