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segunda-feira, 15 de junho de 2009

PROJETO Ponte Estaiada ligando a Cidade de Santos e Guarujá




Fwd: FW: Santos - Guarujá / Ponte Estaiada‏

De:Paulo Mello (pcmello49@gmail.com)

Enviada:segunda-feira, 15 de junho de 2009 7:46:23
Para:



PROJETO

Ponte Estaiada ligando a Cidade de Santos e Guarujá

Esta ponte terá início na Avenida Governador Mário Covas Junior, em Santos, até a Avenida Adhemar de Barros, em Guarujá, fará a ligação entre as duas cidades, em substituição às balsas ( balsas serão desativadas ).

A decisão do Governo do Estado foi apresentada ontem pelo secretário de Estado dos Transportes, Mauro Arce, aos Prefeitos João Paulo Tavares Papa e Maria Antonieta de Brito ( ambos do PMDB ), além de secretários dos dois municípios.

A outra alternativa que também constava no estudo encomendado à Companhia Paulista de Desenvolvimento ( CPD ) — a construção de um túnel pré-moldado e submerso no mesmo traçado das balsas — foi totalmente descartada.

Conforme o projeto preliminar, a ponte terá 2,8 quilômetros de extensão total ( sendo a parte estaiada com 800 metros ), e altura máxima ( no centro do canal ) de 70 metros, o que permitiria a passagem de navios.

A estrutura com quatro faixas, ciclovias e calçadas para pedestres terá cerca 20 metros de largura e servirá a veículos de passeios e ônibus intermunicipais. A obra é estimada em R$ 500 milhões e depois de iniciada deve levar 30 meses para ser concluída. Com a ponte pronta, as balsas serão finalmente desativadas.

“ Não é uma ponte para transporte de carga. É uma ponte com um objetivo específico: atender a clientela e demanda que hoje usa a balsa ”, reforçou Arce.

Utilizar a futura estrutura para a passagem de carretas seria “ um desastre, tanto na ( Avenida ) Adhemar de Barros, quanto na Ponta da Praia. É incompatível. Para o transporte pesado, estão sendo estudadas outras alternativas ”.

PROJETO BÁSICO

Agora, o Governo do Estado vai contratar uma empresa, por meio de carta-convite, que fará o projeto básico, interagindo com as duas prefeituras.

“ A idéia inicial é que a gente faça uma PPP ( Parceria Público-Privada ) com cobrança de pedágio igual ao que se paga hoje para a travessia por Ferryboat ”, ou seja, R$ 7,50.

“ Nós esperamos fazer a concessão ainda este ano, estabelecendo o prazo de 30 anos ”.

Pelos cálculos preliminares de custo da obra e de valor de tarifa, o Estado deve arcar com 50% do valor da construção.

Os outros R$ 250 milhões seriam pagos pelos próprios usuários da ponte com o pedágio.

Questionado sobre o valor da tarifa, Arce explicou que é possível optar por uma modalidade que ofereça custo menor.

No entanto, se o usuário for beneficiado com o valor mais baixo, o restante dos contribuintes do Estado é que terão de arcar com uma parcela maior.

Arce deixou claro que ainda não há nada definido neste sentido.

“ Isso a gente vai discutir para ver qual é a melhor solução ”.

A CADA 100 METROS

RAMPA FICARÁ 5 METROS MAIS ELEVADA

Para atingir a altura de 70 metros sobre o canal, a rampa partirá da Avenida Governador Mário Covas Júnior, na altura da Avenida Afonso Pena, em Santos, e terminará na Avenida Adhemar de Barros, na direção do Jardim Helena Maria, em Guarujá.

Nesse sentido, a sugestão é que a ponte tenha inclinação de 5%.

Ou seja: a cada 100 metros, a estrutura fica cinco metros mais alta.

“ Evidente que no projeto definitivo isso pode ser alterado para mais ou para menos ”, explicou o secretário de Transportes do Estado Mauro Arce, já que o projeto apresentado não é a proposta final.

Enquanto o projeto básico é idealizado, as prefeituras terão oportunidade de discutir com o Estado e com a população os impactos da obra nos municípios.

Arce foi bastante claro ao classificar o lado de Guarujá como o ponto mais crítico e que “ precisa ser bastante discutido ”.

Uma vez definida nas duas cidades os acessos, será necessário verificar a questão ambiental, com o envolvimento do Ibama, secretarias de Meio Ambiente, Porto e Marinha.

“ O importante é a gente contemplar neste projeto obras arquitetônicas para que a ponte não seja um problema e sim uma solução ”.

Questionado sobre possíveis desapropriações que seriam necessárias para a obra e se esse custo ficaria por conta das prefeituras, Arce disse apenas que ainda está discutindo com as cidades, assim como outros detalhes da construção.

PREFEITOS

Para o Prefeito de Santos, João Paulo Tavares Papa ( PMDB ), a alternativa apresentada pelo Estado foi acertada. Demonstrando satisfação, o chefe do Executivo foi taxativo: “ Eu sempre defendi que a ligação entre as duas cidades fosse feita por ponte e não por túnel ”.

Papa reforçou que ainda há muito trabalho pela frente e que é preciso definir os acessos que provoquem menos impacto no meio urbano.

Já a prefeita Maria Antonieta de Brito ( PMDB ), apesar de bastante satisfeita com a proposta apresentada, mostrou estar consciente de que a obra será mais impactante para Guarujá. Tanto que ela se reuniu na semana passada com os comerciantes da Avenida Adhemar de Barros, mesmo antes da definição entre ponte ou túnel. “ Eles reagiram bem e com otimismo ”.

Antonieta deve voltar a se reunir com a população, antes que o projeto básico fique pronto. Ela e Papa ressaltaram a beleza da estrutura que funcionaria como um cartão-postal, com resultados positivos para o turismo.

Agora, as prefeituras devem iniciar estudos de adequação dos sistemas viários dos dois municípios para atender à logística dos acessos à ponte.

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