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quinta-feira, 8 de abril de 2010

A Prefeitura de Guarujá foi alertada inúmeras vezes sobre a falta de acesso às praias aos deficientes.

Em 28/12/2006, reclamei através da coluna Reclama São Paulo do jornal O Estado de São Paulo(C2), da falta de acesso aos portadores de necessidades especiais às praias da cidade do Guarujá. A prefeitura, na ocasião, respondeu que “estariam pondo à disposição rampas de acesso para portadores de necessidades especiais ainda em janeiro”. Oito meses após a data estabelecida pela prefeitura, sem que as obras tivessem sido iniciadas, voltei a me socorrer desta coluna (27/08, carta 19.051). Desta vez a resposta foi mais “caprichada”. Sem explicar o motivo pelo qual não cumpriram a promessa anterior, deram a seguinte declaração: “....Entre as exigências está a construção de rampas de acesso para pessoas com deficiência, e a demora na instalação desses equipamentos se deve às inúmeras exigências da legislação que têm de ser seguidas e aprovadas por órgãos ambientais como o Ibama, o Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais (DEPRN) e a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), órgão responsável pela normalização técnica no País. A vistoria das obras também passa pela aprovação da Secretaria do Patrimônio da União (SPU), ligada ao Ministério do Planejamento. A Secretaria do Meio Ambiente de Guarujá está programando encontros com a comunidade para apresentar as modificações que serão implantadas no local”.

É inadmissível que uma medida dessa natureza tenha que ser submetida à apreciação de tantos órgãos burocráticos, que todo brasileiro sabe serem letárgicos e inoperantes quando se trata de interesses meramente sociais. Informo ainda, que a Secretaria Municipal do Meio Ambiente – SEMAM, do Guarujá, alegou não ter implantado a medida em razão de ter encontrado dificuldades na aprovação por parte do IBAMA, que não permite obras que avancem na areia das praias. Porém, ao contrário do que afirmou a Semam, já existem várias cidades no Brasil que já têm o projeto implantado. Uma delas é o de Camburi, na cidade de São Sebastião/SP (foto 01) e na cidade do Rio de Janeiro Deficientes ganham esteira de acesso à praia e cadeira flutuante para o mar”  

Desde as primeiras solicitações e reclamações feitas, tanto à Ouvidoria da prefeitura como a órgãos de imprensa, para a adequação das praias aos portadores de deficiência física ou mobilidade reduzida, já se passaram quatro anos e nenhuma providência foi tomada! As “rampas” que a prefeitura diz terem sido instaladas  instalada  Onde está o respeito às leis e aos Direitos Humanos?                                                                
                 
Obrigado e parabéns pelo trabalho em prol da cidadania realizado por vocês.

José Carlos Saliba
Rg. 4.783.314
Rua Pascal, 1494 – Campo Belo/ SP/Capital
Fone (011) 7733-3170

3 comentários:

Anônimo disse...

A falta de acesso aos deficientes em Guarujá é problema de educação, a população apenas confirma a atitude da PMG ao impedir o acesso às calçadas com carros, motos e obstáculos como rampas e desníveis.
Vide bairros como o Santa Rosa onde já reportei fotos, não publicadas, ao falecomodono, tão pouco houve atitude da PMG quando ativada a ouvidoria.

Anônimo disse...

NO GUARUJÁ SÓ SABEM COBRAR IMPOSTOS, MAIS NADA!!!

maisvalia

Anônimo disse...

Se acontecer algum acidente, a prefeitura não poderá alegar que não foi avisada.
O pior que quem vai acabar pagando é o contribuinte!
Esse onus deveria ser assumido pelo administrador, com suas próprias expensas. Não podemos pagar por erros dos admiistradores. Não foi para isso que o elegemos!