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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Receita Médica

                                      
Estamos já há alguns dias, vivendo sob a lei da obrigatoriedade da apresentação da  respectiva Receita Médica para a aquisição de todo e qualquer antibiótico, nas farmácias e drogarias.
As alegações para essa conduta foram inúmeras, mas principalmente por duas razões: evitar a auto medicação e minimizar o risco de aparecimento das super bactérias.
Do ponto de vista do aparecimento de super bactérias também há duas coisas a comentar. Em primeiro lugar o número de óbitos ocorridos neste ano em função disso é algo em torno de 100 casos. Conquanto acreditemos nas enormes dores das perdas, o número cem, frente a população brasileira de quase duzentos milhões de habitantes , na representa nem de longe qualquer valor estatístico, em função do que se necessite modificar alguma coisa. Em segundo lugar penso que é muito decepcionante para nosso corpo de cientistas, ter a espada de Dâmocles permanentemente sobre suas cabeças, estando esses mesmos cientistas totalmente despreparados . Isto não é verdade porque já se dispõe de conhecimento científico e tecnológico suficientes, para o desenvolvimento e preparação de super antibióticos, capazes de acabar com as super bactérias.
Quanto a auto medicação, com certeza nossa cultura também é peculiar por esse caminho que a população usa que é a de se auto medicar. O que pode ser um risco. No entanto, penso, que a lei imposta irá fatalmente aumentar de forma alarmante a venda e o consumo de antibióticos. Atualmente, ou melhor , antes dessa lei, nossos ambulatórios médicos, municipais , estaduais ou federais, sempre estiveram lotados de pacientes, sendo inclusive por isso, precário, o atendimento médico. Muita gente para poucos profissionais e equipamentos. Com a nova lei estamos vislumbrando que essa freqüência aos postos de saúde irá aumentar de forma muito significativa. E ai, menor o tempo para o atendimento dos doentes. E os  médicos pressionados pela quantidade de pessoas a atender e sobretudo querendo assegurar um mínimo de risco aos pacientes, terão que usar e abusar da aplicação de antibióticos, para tentar acertar no diagnóstico. Ou seja teremos uma piora considerável em tudo aquilo que a dita cuja lei quer evitar.
Penso que ainda está faltando muita seriedade e bom senso, na aplicação de soluções.

                                                                Clívio Modesto de Moraes Vieira

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