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sábado, 17 de dezembro de 2011

Quadrilha lavava dinheiro com a compra de lanchas em Guarujá

Comércio criminoso


Eduardo Velozo Fuccia
O Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc) prendeu em Ribeirão Preto sete homens de uma quadrilha acusada de abastecer de drogas o interior de São Paulo e a região sul de Minas Gerais. Segundo o delegado Antonio de Olim, o dinheiro obtido com o comércio criminoso era “lavado” com a compra de imóveis, carros, motos e barcos. Pelo menos uma das embarcações está em uma marina em Guarujá.


“Agora, já podemos falar, porque deflagramos com êxito a operação que culminou com a prisão do bando. Durante quatro meses de investigações, monitorávamos com autorização judicial os telefonemas dos acusados, que levavam uma vida de prósperos empresários, tanto em Ribeirão Preto, onde moram, como em Guarujá, onde vinham a lazer”, disse Olim.

Em tom de desabafo, o delegado revelou nesta sexta-feira que no curso das investigações foram feitas várias diligências até Guarujá para descobrir a marina onde a quadrilha guarda uma lancha de 29 pés e identificar a embarcação. “A nossa meta é apreender o barco, porque ele foi adquirido com o proveito do tráfico”. Não está descartada a hipótese de no mesmo local estar outra lancha e dois jet skis de integrantes da quadrilha.

Em uma dessas diligências, no último sábado, ao passar com uma viatura descaracterizada por um comando de trânsito nas imediações do túnel da Vila Zilda, o policial do Denarc chamou a atenção de policiais militares, que o acusam de furar o bloqueio, ultrapassar um sinal vermelho, dirigir pela contramão e colocar pedestres em risco.

Olim, por sua vez, alegou que o veículo, embora sem ostentar o logotipo da Polícia Civil, estava com sirene e luzes especiais ligadas. Ele negou transitar pela contramão e disse que reduziu a velocidade ao perceber que era perseguido, identificando-se e exibindo a sua carteira de delegado.
“Os PMs queriam saber o que eu fazia, mas isso não lhes interessava, porque a investigação é sigilosa. Quase atrapalharam o trabalho do Denarc”.

No mesmo dia, um cabo registrou boletim de ocorrência de “desobediência” na Delegacia de Guarujá.
Na quarta-feira, pelas vias hierárquicas, Olim representou contra o policial militar com o objetivo de que a Corregedoria da PM apure a conduta do cabo, cuja versão classificou de “mentirosa”.



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