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sábado, 5 de maio de 2012

Radares de Guarujá registram seis infrações por hora


Simone Queirós
Radares de Guarujá flagram, em média, seis motoristas infratores por hora nas vias do Município. São, ao todo, 155 multas por dia em 25 equipamentos fixos e um móvel, que circula por nove pontos da Cidade. 

Desde que passaram a funcionar novamente depois de quase dois anos parados, em 17 de dezembro de 2010, eles foram responsáveis por 76.881 autuações até 24 de abril deste ano – portanto em 495 dias.

O levantamento foi feito por A Tribuna com base no relatório de autuações da Diretoria de Trânsito e Transporte Público de Guarujá (Ditran), disponibilizado pela Prefeitura a pedido da reportagem. 

A média de multas diárias, hoje, é 15% maior que há um ano, quando 135 flagrantes eram feitos por dia. Na época, entretanto, havia 22 equipamentos e alguns deles só tinham começado a funcionar há pouco tempo.

A Avenida Lídio Martins Corrêa, próximo da Rodovia Cônego Domênico Rangoni, continua sendo a campeã de autuações na Cidade. Ao todo 7.064 motoristas não respeitaram os 50 km/h permitidos na via desde a implantação dos radares. A média é de 13 flagrantes por dia.

Já o semáforo da Avenida Deputado Emílio Carlos com a Quinto Bertoldi, em frente ao Hospital Santo Amaro, foi responsável pela segunda colocação no ranking: 6.291 infrações. Em terceiro, a Avenida Puglisi com a Rua Buenos Aires, sentido Centro/Bairro, onde 6.180 apressadinhos avançaram o sinal vermelho.

Concentração

O que se nota pelo levantamento é o grande número de multas registradas pelo radar móvel. Ele flagrou em nove vias da Cidade 15.225 infrações, o equivalente a 20% do total. “Quando há radar fixo, as pessoas costumam reduzir a velocidade, mas não respeitam o limite da via. Por isso, como não estão acostumadas com os móveis, elas acabam abusando mais”, afirma a diretora da Ditran, Quetlin Scalioni.

Segundo ela, embora todos os equipamentos sejam sinalizados, a Resolução 396 do Contran, de 13 de dezembro do ano passado, desobriga esse aviso.

Além disso, segundo ela, o radar móvel é colocado, em determinados dias e horários, em vias onde antes havia radares fixos. “São locais de fluxo intenso e rápido, onde há acidentes e a própria população costuma sofrer para atravessar a rua”.

É o caso, por exemplo, da Alameda das Margaridas, no Bairro Santo Antônio. Mesmo sendo colocado esporadicamente e em horários alternados, o equipamento flagrou ali 4.949 infrações – o 5º maior número desde o início da implantação dos radares. 

Segundo Quetlin, está sendo estudada pela Ditran a colocação de um semáforo ou mesmo um radar fixo naquele ponto.
O mesmo pode acontecer com as vias Dom Pedro e Santos Dumont, onde o radar móvel também é frequentemente colocado. A Estrada de Pernambuco, recapeada recentemente, também pode ganhar um radar fixo. “Estamos estudando remanejar o equipamento de algum local para lá”.

Independentemente disso, o respeito pelas regras de trânsito parece estar longe de se concretizar. Segundo Quetlin, um estudo nacional mostra que apenas 10% das infrações cometidas no trânsito são autuadas.

Créditos: Rogério Soares
A média de multas diárias, hoje, é 15% maior que há um ano
Restrição

Segundo a diretora, o contrato atual não permite que a Prefeitura implante novos radares fixos, por isso a Administração trabalha com os móveis. Os equipamentos que foram instalados nas saídas do Túnel Juscelino Kubitschek, na Vila Zilda e Enseada, substituíram lombadas que haviam nestes pontos. “Neste caso foi um pedido por causa da criminalidade no local”.

Mas, segundo ela, é uma questão que pode ser revertida. “É um impedimento contratual e se for o caso podemos fazer um aditamento, talvez”.

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