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sábado, 18 de agosto de 2012

Tereno de um bilhão de reais pode ter sido motivo de assassinato no Guarujá


Ex-secretário da cidade foi morto no início do ano.

Três suspeitos estão presos e uma nova pessoa foi citada no inquérito.

Do G1 Santos
a
Um terreno de um milhão de metros quadrados pode ter motivado o assassinato do ex-secretário de Guarujá Ricardo Joaquim. Além dos suspeitos da morte, uma nova pessoa foi citada no inquérito policial do caso.

Segundo Vicente Cascione, advogado dos dois empresários suspeitos de envolvimento na morte do ex-secretário, existe outro suspeito na história. De acordo com o advogado, desentendimentos em torno do imóvel, no bairro Jardim Virgínia, são citados no inquérito policial. “Não há provas. O delegado foi muito honesto e disse que a primeira impressão que se tem é que o benefício poderia ser aferido pelos proprietários da área. Nem o secretário fez benefício e nem a morte do caseiro beneficiou ninguém. O terreno tem milhares de invasores e não seria a morte de um caseiro que resolveria o problema”, diz o advogado.

Para Cascione, a morte pode estar relacionada a fatos anteriores à compra da área.“Esta acusação vai recair, concretamente vai aparecer gente que estava antes dos meus clientes comprarem a área, durante e depois. Portanto não tem nada a ver com a aquisição dessa área por parte dos meus clientes.

Mas existe outro personagem na história, ele é citado no inquérito e também pode ter relação com o crime, segundo a polícia. O advogado responsável por administrar os bens de uma família tradicional de São Paulo, que são os proprietários do terreno. O local, que faz parte da herança da família, teria sido vendido pelo próprio advogado para os dois empresários.

Cascione espera agora o momento certo para pedir a revogação da prisão de seus clientes. “Eu estou acompanhado o inquérito, ouvindo os depoimentos examinando o que existe e, no momento certo, vou pedir a liberdade deles. Porque a liberdade deles coincide com a inocência deles. É uma questão de mostrar, primeiro, que eles têm que ser libertados, e depois, a inocência vem como consequência”, explica o advogado.

Além dos empresários, um policial militar está preso suspeito de participação no crime.

Relembre o caso
Ricardo Augusto Joaquim de Oliveira estava em uma reunião do partido, quando quatro homens chegaram em duas motos. Ainda usando capacetes, eles entraram na sala e deram vários tiros no secretário. Uma semana antes, Ricardo havia sido exonerado do cargo pela prefeita Maria Antonieta.

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