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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Dois ônibus são queimados em Guarujá após assassinato de jovem



Fernando Diegues
Cleverton dos Santos da Silva, de 19 anos, foi assassinado a tiros na noite de domingo, no Morrinhos 1, em Guarujá. Aproximadamente uma hora e meia depois, marginais colocaram fogo em dois ônibus, em bairros diferentes da Cidade, porém, próximos do local do homicídio. A polícia apura se há alguma relação entre as três ocorrências.

O assassinato aconteceu na Avenida Antenor Pimentel, por volta das 21 horas. A Polícia Militar foi até o local e apurou que o jovem tinha sido atingido por três disparos: um no lado direito do rosto, outro no tórax e o terceiro na coxa esquerda.
O rapaz chegou a ser socorrido até o PAM Rodoviária, mas não resistiu aos ferimentos. O caso foi apresentado na Delegacia de Guarujá.

Pouco mais de uma hora depois do crime, foi registrado o primeiro ataque contra ônibus, também na Avenida Antenor Pimentel, na altura do Morrinhos 3. Conforme apurado, a abordagem aconteceu quando o motorista parou para o embarque de passageiros.


Créditos: Irandy Ribas
Veículos foram queimados em bairros próximos do local do homicídio; polícia apura relação entre as ocorrências

Pelo menos seis marginais invadiram o veículo segurando uma garrafa, que aparentava ser o explosivo conhecido como coquetel molotov. O bando pegou R$ 71,40 do caixa do coletivo, mais R$ 30,00 do motorista e mandou todos descerem.

Em seguida, o grupo colocou fogo na parte onde fica o motorista e fugiu. As chamas foram contidas com o extintor do veículo e não chegaram a se alastrar pelo ônibus.

Passados 15 minutos, houve o segundo ataque. De acordo com o relato do motorista, ele parou em um ponto na Avenida Tancredo Neves, no Cachoeira, para passageiros descerem.

Nesse momento, quatro homens armados, que desceram do morro, entraram no coletivo e exigiram que todos descessem. Antes de atear fogo, a quadrilha pegou R$ 30,00 do caixa. Os autores escaparam e o fogo foi controlado.

O chefe dos investigadores do 1º DP de Guarujá, Nivaldo Ribeiro, informou que ainda é cedo para estabelecer relação entre o assassinato e os incêndios, mas que será apurada possível ligação entre os crimes. Por enquanto não há pistas e, nos próximos dias, parentes do morto e eventuais testemunhas serão ouvidas.

A Translitoral foi procurada pela reportagem para falar sobre os incêndios, e informou que aguarda a apuração da Polícia Civil. Denúncias que ajudem a esclarecer os casos podem ser feitas pelo telefone 3383-4059. Não é preciso se identificar.

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