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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

A gente tira o sujeito da favela mas não tira a favela de alguns sujeitos.




As pessoas costuma tirar conclusões apressadas a respeito de algumas frases. Isso se dá por vários motivos, onde a análise mais apurada a respeito de um assunto é menos importante que dar a sua própria opinião.
Opinião que certamente não retratará a verdade expressa na frase e que demonstra quão pouco ela é importante para os “sabichões”.
Recomendo a leitura desse texto para quem resolva se indignar com meu título, antes de saber um pouco a respeito do assunto.
Favela, espaço e sujeito: uma relação conflituosa de Ana Beatriz Rodrigues Gonçalves e Denise Aparecida do Nascimento.

Joãozinho Trinta já dizia que pobre gosta de luxo, não de lixo.
Largados á própria sorte, grupos de pessoas em todo o mundo agrupam-se em áreas próximas dos grandes centros urbanos que não dispõe de infraestrutura como água, luz, gás, esgoto, postos de saúde, policiamento e condução. Com algumas variações, esses grupos são denominados favelados.
Muitas desses grupos e dessas regiões se encontram às margens dos rios e essa teria sido inicialmente a origem da denominação de moradores marginais. Marginavam os rios e passaram a viver às margens da lei pela criação de regras próprias e pela inobservância das regras sociais impostas aos cidadãos.
Desnecessário descrever mais do que isso, para quem vive em qualquer cidade grande do nosso país.
Ao andar ontem pelo Guarujá, pude notar claramente que nós, os moradores das habitações regulares, somos as verdadeiras vítimas das administrações corruptas.
Os chamados favelados, os desocupados, os marginais e os “trabalhadores informais” circulam livremente pela cidade e nós precisamos nos resguardar dentro dos carros com os vidros fechados, circular só nas ruas policiadas, não podemos usar relógios nem máquinas fotográficas.
Nossas famílias, nossas filhas e mulheres têm que se submeter à falta de educação dos bêbados nas ruas e praias porque essa é a cultura ou a falta de cultura da favela e a que impera na cidade.
Nós, donos de estabelecimentos comerciais, temos que cobrar os mesmos preços cobrados pelos “ambulantes” que não pagam impostos e não respeitam as leis, sejam elas trabalhistas ou dos consumidores.
A prefeita e o vice-prefeito andam pelas ruas com guarda-costas.

Salve Jorge!

Isso é fantástico!

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