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domingo, 31 de março de 2013

A moral, a vergonha e o respeito ao próximo.



As pessoas sentem vergonha, quando a sua conduta é exposta ao exame de outra, ou de um grupo de pessoas, e essa conduta lhes parece reprovável.
A vergonha está intimamente ligada ao respeito que a pessoa possa sentir ou não, pelos que são desrespeitados.
O assunto é vastíssimo mas dá para perceber que a sem-vergonhice da classe política da nossa cidade se dá pela falta de respeito que têm a nós cidadãos.
A culpa é inteiramente nossa porque não nos damos respeito, seja elegendo esses sem-vergonhas, seja não os apeando do poder com o único remédio legal para isso.
União e vergonha na cara!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Furto de fios deixa parte da Enseada no escuro e causa prejuízo superior a R$ 100 mil


A ação criminosa e irresponsável de um casal, preso em flagrante pela Guarda Civil Municipal e encaminhado para a Polícia, durante a madrugada do último domingo (24), deixou a Praia da Enseada completamente às escuras, no trecho entre a Avenida Atlântica e o Morro da Península, gerando prejuízos superiores R$ a 100 mil à Prefeitura de Guarujá em material e mão de obra.
 
Por volta das 4 horas da manhã do último domingo, um casal, com 31 e 23 anos de idade, foi registrado pelo sistema de monitoramento por câmeras da Prefeitura no momento em que furtava dois quilômetros de fios instalados nos postes que iluminam o calçadão e a Praia da Enseada. Eles danificaram, inclusive em alguns trechos, o piso intertravado que havia sido instalado em razão da revitalização da área.
 
Segundo o secretário municipal de Operações Urbanas, Averaldo Menezes de Almeida, este tipo de crime não causa prejuízos apenas aos cofres municipais, mas gera graves consequências a toda a população que é prejudicada e tem de conviver com a sensação de insegurança que a escuridão traz.
 
“Gostaria de pedir à população que sempre que vir ou souber que pessoas estão roubando fios ou danificando o patrimônio público que denuncie à Guarda Municipal, ligando no telefone 153. Se for possível, peço que documente a ação desses bandidos que geram tantos prejuízos a nossa sociedade e aumentam a sensação de insegurança, prejudicando o comércio, o turismo e a todos”, disse Averaldo.
 
De acordo com ele, emergencialmente o Município está solicitando a empresa Elektro, concessionária do serviço de energia elétrica, para realizar a manutenção de sua rede instalada ao longo da Praia da Enseada. O objetivo é minimizar os impactos da ação criminosa, deixando o local iluminado até que o serviço possa ser refeito.
 
Averaldo lembra que a Prefeitura terá que readequar o projeto de iluminação da orla do bairro para evitar novos furtos, além de comprar e reinstalar novos fios para que a Enseada volte a ficar adequadamente iluminada de novo.
 

Guarujá terá novo acesso para o Porto O anúncio foi feito pela prefeita Antonieta em reunião com o secretário estadual de Transportes, Saulo de Castro, Codesp e empresas portuárias.




Um novo acesso de caminhões aos terminais portuários de Guarujá será construído ainda neste semestre. O anúncio de uma nova entrada de acesso ao Porto, prevista na fase 2 da Perimetral e do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), foi feito na segunda-feira (25) pela prefeita Maria Antonieta de Brito, durante reunião do Gabinete de Gestão de Crise com a participação do secretário de Estado de Logística e Transporte, Saulo de Castro Abreu Filho.

O Governo do Estado custeará o novo acesso. O secretário garantiu o repasse de recursos, em caráter emergencial, para que a Prefeitura construa o acesso. A Codesp ficará com a obrigação de custear a desapropriação do terreno, que será pago com recursos do PAC 2 .

Ainda na pauta da reunião, foi definido que haverá maior rigor no agendamento dos caminhões que se dirigem ao Porto de Guarujá. Discutiu-se ainda a necessidade de construir pátios reguladores e disciplinar o trânsito na rodovia Cônego Domênico Rangoni, também no trecho de Cubatão.

O Comitê de Gestão de Crise sobre a relação Porto/Cidade, formado pela Prefeitura, Associação Comercial e Empresarial de Guarujá (Aceg), Ecovias, Codesp, Polícia Rodoviária e empresas portuárias, vem se reunindo diariamente desde que começaram os problemas com os caminhões que transportam a safra agrícola 2013, em fevereiro. Na avaliação da prefeita Antonieta, a reunião de segunda-feira foi uma das mais significativas já realizadas para tratar do assunto.

Durante o encontro, houve uma avaliação da Operação Safra, que está atuando desde domingo (24) e que eliminou os problemas de congestionamentos na Via Cônego Domênico Rangoni. O sucesso foi resultado do empenho de todos os envolvidos, mas foi reforçada a necessidade de se respeitar o agendamento para que os terminais não tragam caminhões acima de sua capacidade operacional e provoquem novos congestionamentos na rodovia.

"Quando todos os atores que fazem parte deste problema se comprometem a enfrentá-lo juntos, as soluções vão surgindo. Hoje saimos daqui com a certeza de um novo acesso ao Porto de Guarujá, com o compromisso da Codesp de intensificar o controle sobre o fluxo de caminhões e agendamentos e a decisão de todos em continuar com ‘Operação Safra’ na Rodovia Cônego Domênico Rangoni. São medidas que irão atenuar os impactos, pois a solução definitiva ainda está na conclusão do complexo das perimetrais", disse a Prefeita.


O presidente da Codesp, Renato Barco, esclareceu que o atraso nas obras do viaduto sobre a linha férrea, que irá melhorar o acesso ao Porto, foi em função do excesso de chuvas este ano. A movimentação das composições ferroviárias é apontada como um dos fatores que provocam filas na Rua Idalino Pinez (Rua do Adubo). “E este viaduto será fundamental para evitarmos as filas, pois os caminhões passarão por cima da linha férrea, adentrando ao Porto”, explicou o presidente ressaltando que esta obra será entregue em abril.

Segundo Barcos, no dia 30 de abril será publicado edital para licitação da segunda fase da Perimetral, que deverá ser efetuada em dois anos.

Nova entrada – A solução definitiva para o acesso ao Porto do Guarujá só virá com a conclusão da fase 2 da Perimetral. Porém, a construção do novo acesso ajudará em 40% o tráfego atual de carretas que se dirigem aos terminais. O acesso será em uma área de 50x600 metros, que pertence às empresas Dow Química e Fassina e que será usada para a construção do novo acesso, em nível, ao Porto. O projeto completo, com a ligação da fase 2 da perimetral, prevê um viaduto e a segregação do trânsito urbano.

Na mesma área também poderá ser construído um pátio regulador com 800 vagas. Existem outras duas, também em estudo pela Prefeitura. Uma de 670 mil metros quadrados, situada na margem da Rodovia, na área poligonal de utilidade pública, e outra em área da Codesp, em Guarujá.

Participação – A reunião desta segunda (25) contou com a presença da prefeita Maria Antonieta de Brito e seu vice, Duíno Verri Fernandes; do secretário de Estado de Logística e Transporte, Saulo de Castro Abreu Filho; do secretário de Estado de Desenvolvimento Metropolitano, Edmur Mesquita; do secretário-adjunto de Transporte, Moacir Rosseti; do presidente da Codesp, Renato Barco: do presidente do Conselho de Autoridade Portuária (CAP), Bechara Abdala Pestana Neves; do presidente da Câmara Municipal, Marcelo Squassoni; do presidente da Comissão de Transportes da Câmara, Gilberto Benzi; do vereador Givaldo dos Santos Feitoza; secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Portuário, Adilson de Jesus; Secreta da Prefeitura do Guarujá , Promotoria , Codesp, Ecovias, Aceg, Polícia Rodoviária, Fassina, Cutrale, Santos Brasil/TEV, Cargill/Teag/Teg, TGG, Grieg e Dow Química.

Operação Safra – Funcionando desde domingo (24) em caráter experimental, a Operação Safra, que foi organizada pela Prefeitura de Guarujá e empresas portuárias contou com o apoio da Ecovias, Codesp e Polícia Rodoviária.

Em seus dois primeiros dias de funcionamento a operação teve resultado positivo. Os caminhões que se dirigem aos terminais portuários do Guarujá entraram de forma agendada, ordenada, e os de carga a granel são identificados com placas na parte frontal dos veículos.

A organização da fila começa na rodovia. Os caminhões com carga a granel, tem uma operação de descarga bem mais lenta do que os que operam com containers, por isso usam a fila organizada no acostamento.

A primeira faixa da pista é usada por carretas com containers, produtos químicos e cegonheiros. Os veículos de passeio e ônibus transitam, agora livremente, pela pista da esquerda.

O objetivo é ordenar e agilizar a entrada de caminhões que se dirigem aos terminais portuários da Cidade e que tem provocado filas quilométricas ao longo da rodovia Cônego Domenico Rangoni, desde o início do período da safra agrícola de 2013, no final de fevereiro.

Avaliação –  Em reunião do Gabinete de Gestão de Crise que contou com a participação da Codesp, ACEG, Câmara Municipal, Polícia Militar, Polícia Rodoviária e empresas e terminais portuárias, a prefeita Antonieta fez na noite desta terça-feira (26), no Paço Municipal, mais  uma reunião para avaliar a "Operação Safra", que está sendo realizada desde domingo.

Na avaliação da prefeita Antonieta e dos membros do comitê de crise, apesar um problema pontual ao longo do dia, a operação foi considerada positiva, pois nesta segunda houve um movimento de 3,5 mil caminhões e não houve registro de congestionamento.

A ação será reforçada com o apoio da GCM e Guarda Portuária e segue pela madrugada. A Codesp irá instalar mais uma câmara de vigilância e com isso a Rua do Adubo poderá ser monitorada em toda sua extensão. O caminhão que não estiver sinalizado com a placa do terminal não irá entrar na Rua do Adubo e terá de retornar para a Rodovia.

PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública – Tel.: (13) 3308-7470
Jornalista responsável: Karina Praça (MTb.: 43.955) – Redator Marcos Miguel França MTb 16.072
27 de março de 2013
Defesa e Convivência Social – Tráfego na Rodovia Conêgo Domenico com a Operação Imrensa@guarujá.sp.gov.br

segunda-feira, 25 de março de 2013

Prefeitura e CDL se reúnem em busca de soluções para o comércio de Vicente de Carvalho Na terça-feira (26), representantes da Prefeitura e da entidade visitarão obras nas avenidas Avenidas Thiago Ferreira e Osvaldo Cruz


 
Secretários municipais se reuniram com representantes da Câmara de Dirigentes Lojistas de Guarujá (CDL), na última semana com objetivo de buscar soluções aos problemas apontados pelos comerciantes do Distrito nas obras das Avenidas Thiago Ferreira e Osvaldo Cruz.
 
Participaram da reunião o vice-prefeito e secretário de Coordenação Governamental, Duíno Verri Fernandes e os secretários de Infraestrutura e Obras, Ademar Pozzani; Defesa e Convivência Social, Carlos Antônio da Silva, além de técnicos das Secretarias de Desenvolvimento Econômico e Portuário, Finanças, Defesa e Obras. A pauta da reunião foi apresentada pelo presidente do CDL, Olivan Belarmino.
 
“É preciso esclarecer que foram realizadas alterações nos projetos das Avenidas Thiago Ferreira e Osvaldo Cruz, para evitar transtornos aos comerciantes e a comunidade em geral. Além disso, estamos trabalhando na padronização do sistema de drenagem da Oswaldo Cruz, que aguarda apenas a liberação de verbas para a execução. Reafirmo, aqui, que os problemas de drenagem ocorridos naquela via serão solucionados”, disse o vice-prefeito.
 
Nesta terça-feira (26), representantes da Prefeitura e da entidade visitarão as obras das duas avenidas.  A vistoria tem como objetivo sanar dúvidas sobre os projetos e verificar a possibilidade de pequenas alterações, para atender aos interesses dos comerciantes.
 
Zona Azul – Com relação à implantação do sistema de estacionamento rotativo na área comercial de Vicente de Carvalho, o vice-prefeito esclareceu que a Secretaria de Planejamento e a Diretoria de Trânsito estudam um novo tipo de regulamentação para a efetivação da zona azul em toda a Cidade.
 
Durante a reunião, também ficou definido que a Força Tarefa, formada por representantes da Prefeitura, Ministério Público e Polícias Militar e Civil, reforçará a fiscalização do comércio ambulante na Avenida Thiago Ferreira, para ordenar as práticas, além de orientar a população para o fechamento do estacionamento público na Praça 14 Bis, diariamente a partir das 21 horas, que começou na sexta-feira (22). As medidas visam coibir o consumo de bebidas alcoólicas e eventos que podem originar atos de vandalismos nos comércios da região.
 

PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública - Tel.: (13) 3308-7470
Jornalista responsável: Karina Praça (MTb.: 43.955) - Redator: Diego Oliveira Barbosa (MTb.: 1.257)
25 de março de 2013
Governo – Prefeitura e CDL se reúnem em busca de soluções para o comércio de Vicente de Carvalho
e-mail: imprensa@guaruja.sp.gov.br

Parceria entre Prefeitura de Guarujá e MBC estabelece “ordem social e física” como nova diretriz



 
A Prefeitura de Guarujá e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) firmaram uma nova etapa do processo de moralização da gestão pública focado na modernização e profissionalização. A solenidade aconteceu na quinta-feira (21), na Câmara Municipal, com a presença dos representantes do MBC, a prefeita Maria Antonieta de Brito, vereadores, secretários, comunidade, empresários, lideres religiosos e presidentes de associações.
 
Entre os eixos estabelecidos apresentados está o projeto de Segurança Pública, que já tem recursos aportados, metas e cronogramas de execução. De acordo com o consultor Leandro Piquet, o foco das ações desse projeto está na ordem social e física. A meta de execução do projeto são seis meses.
 
“A prefeita de Guarujá teve coragem em decidir atacar o problema tão complexo de ordem pública que é a segurança e ainda colocar a linha de enfrentamento como sua prioridade de governo. Esse é um problema nacional que afeta municípios com a mesma característica de Guarujá. O país vive uma epidemia agressiva do consumo de drogas, principalmente o crack”, explicou Piquet.
 
O consultor apontou que o projeto de segurança vai atacar os problemas de desordem urbana e o Município desenvolverá um conjunto de diretrizes. Piquet deu como exemplo as comunidades pacificadas do Rio de Janeiro. “Após a pacificação, as atividades econômicas voltaram para as comunidades”.
 
Ainda de acordo com o consultor, o projeto piloto de reordenamento será realizado na Enseada, uma área especifica, com investimento obedecendo a uma lógica e resultado a curto prazo. Além disso, o projeto de segurança pública também será direcionado à fiscalização de postura e controle urbano; os agentes da Guarda Civil Municipal não terão a função de fiscais, mas terão uma atuação proativa nessa fiscalização. O terceiro foco do projeto será um novo sistema de gestão da ordem pública com dados qualitativos, para acompanhar ações e seus resultados.

Para a prefeita Antonieta, o projeto de Leandro Piquet foi escolhido por sua expertise. “Gostaria de parabenizá-lo pelo engajamento no processo que o Rio de Janeiro está promovendo com as pacificações. São Paulo tem metas diante a segurança, mas algumas questões ainda precisam ser tratadas. Queremos que com as ações aliadas às metodologias aqui apresentadas possamos em seis meses dar uma resposta a sociedade desse trabalho”.
 
Além da segurança pública, os demais eixos que serão desenvolvidos, nessa fase segunda fase são: a continuação de redução de despesas, sistema de aprimoramento de receita (sem aumento de impostos) e qualidade na arrecadação, gestão de saúde e aprimoramento de gestão portuário – o Porto Ágil.
 
A modernização, por meio da ciência, técnica e governabilidade, propostas pelo MBC vem resultando em ações positivas para o cidadão, assim foi como Projeto “Fazendo Mais, Com Menos”. Todos os novos e projetos ampliados tramitam a partir de metas, cronogramas e resultados.
 
O encontro também teve como objetivo o lançamento de novos projetos e a apresentação de escopo ampliado de projetos já implantados desde 2010, por meio da parceria entre a Prefeitura e o MBC.


PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública - Tel.: (13) 3308-7470
Jornalista responsável: Karina Praça (MTb.: 43.955) – Redatora: Carine Bernardino (57.505/SP)
25 de março de 2013
Gabinete - Parceria entre Prefeitura e MBC estabelece ordem social e física como primeira diretriz
e-mail: imprensa@guaruja.sp.gov.br
 

sexta-feira, 22 de março de 2013

Para garantir a segurança e o sossego dos munícipes que frequentam a Praça 14 Bis, em Vicente de Carvalho, a Força-tarefa de Guarujá definiu um plano de ações para enfrentar os problemas detectados no local, como a presença de menores consumindo bebidas alcoólicas e o som abusivo fora do horário estabelecido.


Guarujá define ações para garantir segurança na Praça 14 Bis
 
Iniciativa contou com empenho das Polícias Civil e Militar
 

Entre as medidas adotadas a partir desta sexta-feira (22), está a proibição de estacionamento no espaço público, das 22 horas às 6 horas. O comércio ambulante de bebidas alcoólicas também não será permitido nas adjacências do estacionamento da 14 Bis.
 
De acordo com a coordenadora da Força-tarefa, Valéria Amorim, o plano de ação foi elaborado a partir dos principais problemas detectados, para que sejam feitos os enfrentamentos devidos. Segundo ela, com o empenho das Polícias Civil e Militar, foram deliberadas medidas estratégicas para solucionar o problema.
 
“Pedimos a compreensão de todos, pois não será permitido o comércio ambulante de bebidas alcoólicas naquela região. Já sobre os estabelecimentos fixos, eles deverão seguir as regras do Código de Posturas do Município”, disse Valéria.
 
A Força-tarefa é composta pela Prefeitura de Guarujá, Polícia Civil, Polícia Militar e Ministério Público.
 


PREFEITURA DE GUARUJÁ – Assessoria de Imagem e Comunicação Pública – Tel.: (13) 3308-7470
Jornalista responsável: Karina Praça (MTb 43.955) – Redator: Eduardo Caetano (MTb.: 41.408)
20 de março de 2013 – Defesa e Conv. Social – Guarujá define ações para garantir segurança na Praça 14 Bis
e-mail: imprensa@guaruja.sp.gov.br
 

quinta-feira, 21 de março de 2013

Ex-prefeito de Guarujá, SP, fala sobre decisão da Câmara


20/03/2013 20h23 - Atualizado em 20/03/2013 20h23


Vereadores da cidade rejeitaram as contas de Farid Madi.
Tribunal de Contas do Estado (TCE) indicou irregularidades no ano de 2007.

Do G1 Santos
Comente agora
A Câmara de Vereadores de Guarujá, no litoral de São Paulo, reprovou as contas de 2007 do ex-prefeito da cidade Farid Madi. Para Farid, o problema é apenas contábil e não causou nenhum dolo aos munícipes. Tribunal de Contas do Estado (TCE) indicou irregularidades na conta do ex-prefeito.

Durante sessão na última terça-feira (19), os vereadores da cidade seguiram o parecer do TCE que indicou irregularidades. Segundo o relatório do Tribunal, o ex-prefeito investiu 14,33% na Saúde, quando o mínimo era 15%. O relator também encontrou problemas no pagamento das dívidas municipais, e disse que a prefeitura pagou R$ 23 milhões em precatórios, quando deveria pagar o mínimo de R$ 57 milhões.

Segundo Madi, que foi prefeito do município entre os anos de 2005 a 2008, o problema não trouxe nenhum prejuízo para a cidade. “Os quatro anos eu tive problema orçamentário por conta de sequestro de precatório, coisa que de 2009 para cá não aconteceu mais. Mesmo assim, durante o meu governo, eu cumpri todas as minhas metas com Educação, Saúde. Essa é uma questão apenas contábil. Não teve nenhum dolo, ou seja, não teve improbidade, não foi apontado nada de grave. Essa votação da Câmara é uma votação política”, diz o ex-prefeito.

Dos 17 vereadores, quatro votaram a favor e 13 rejeitaram as contas. Um relatório foi enviado ao Ministério Público, que vai definir se será feita alguma ação contra o ex-prefeito. “A Câmara fez o seu papel constitucional, e votou o que já deveria ter sido feito há muito tempo atrás. É uma nova Câmara, nós estamos vivendo um novo momento, e essa nova Câmara cumpriu seu papel. De acordo com o parecer do Tribunal de Contas do Estado, cada vereador, a seu critério, escolheu o voto e a maioria acatou o parecer do Tribunal de Contas”, explica o presidente da Câmara Marcelo Squassoni.

terça-feira, 19 de março de 2013

Guarujá. O sonho se tornou pesadelo, os porcos engoliram as pérolas e os bandidos executaram os mocinhos.



Somos uma cidade feia, de gente pobre, inculta e doente.
Todos os políticos que administraram a cidade enriqueceram , se prostituíram, foram presos ou ainda poderão ser.
A maioria tem seu patrimônio espúrio bloqueado pela justiça e administram o butim como fizeram os gângsteres, à bala.
As praias continuam lindas, mas aos poucos alguns quiosques as transformam em favelas sem esgoto e em abrigos da ilegalidade.
Breve precisaremos medidas como Unidades de Polícia Pacificadora tais quais às dos morros do Rio de Janeiro.
A classe média se esconde, no que restou de dignidade.

Praia 'secreta' de Guarujá, SP, oferece mar e cachoeira ao mesmo tempo


18/03/2013 07h19 - Atualizado em 18/03/2013 07h21


G1 inicia nesta segunda série de reportagens sobre as praias da cidade.
Exemplos de sustentabilidade, São Pedro e Iporanga ficam lado a lado.

Mariane RossiDo G1 Santos
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Cachoeira em frente a Praia de Iporanga (Foto: Mariane Rossi/G1)Visitantes podem aproveitar o encontro das águas da cachoeira e do mar (Foto: Mariane Rossi/G1)
Administradas por 'síndicos', as praias de Iporanga e São Pedro, em Guarujá, são, além de um paraíso para moradores e turistas, um exemplo de comunidade sustentável. As belezas naturais, como a areia branca e a água límpida do mar, são mantidos e apreciados por um número restrito de pessoas por dia, o que garante que as próximas gerações possam contemplar a natureza preservada. Em Iporanga, por exemplo, as pessoas podem experimentar tomar banho de água doce, em uma cachoeira, e água salgada, no mar, ao mesmo tempo, em um determinado ponto onde as águas se encontram e se misturam.

Dentro da Serra do Guararu, que foi considerada Área de Proteção Ambiental (APA) em 2012, há diversas praias que ficam distantes do centro da cidade e só são conhecidas pelos amantes da natureza. A Associação dos Proprietários do Iporanga (SASIP) é responsável pela praia das Conchas, praia do Iporanga e uma parte da Praia de São Pedro. O acesso é controlado por um condomínio em que há 500 proprietários e 380 casas. A Associação existe desde 1983, quando uma lei municipal determinou a preservação das praias da Serra do Guararu. “A municipalidade tem uma lei de 1997 (2.567/97) que deu responsabilidades aos condomínios para controlar o acesso à praia”, explica Roberto Nagy, responsável pela administração do Loteamento na Praia do Iporanga.
Quadro mostra imagem aérea da Serra do Guararu (Foto: Mariane Rossi/G1)Quadro mostra imagem aérea da Serra do Guararu
(Foto: Mariane Rossi/G1)
A lei limita o acesso de veículos nas praias da Serra do Guararu por questões de sustentabilidade, para que não haja desmatamento. Os turistas não precisam pagar nenhuma taxa para entrar no condomínio, mas devem chegar cedo para garantir a entrada, pois só há 38 vagas de veículos para a Praia do Iporanga e 70 para a Praia de São Pedro. “O controle é por ordem de chegada. Eles pegam um cartão com o número da vaga e, quando ele sair, devolve. Se tiver mais do que o limite, as pessoas tem que esperar fora do condomínio”, explica Nagy.

Os turistas também recebem uma orientação para ter alguns cuidados ecológicos na praia, como por exemplo, colocar o lixo em locais determinados. É preciso levar bebidas e lanches porque a lei também proíbe que ambulantes comercializem qualquer tipo de produto na praia. Por isso, muitas pessoas trazem um lanche para passar o dia. Já no final da tarde, quando o sol se põe, os turistas não são autorizados a entrar, mesmo que existam lugares vagos. “Deixamos até terminar a luz do dia. Aqui não há iluminação e nem a mata é iluminada. Se deixar as pessoas entrarem de noite fica difícil você conferir se as pessoas não estão agredindo a mata ou caçando. A gente faz a fiscalização para ver se tem alguma armadilha, se cortam o palmito”, explica Nagy.

O responsável pela administração também diz que todas essas regras são em razão da preservação ambiental das praias, pois a região representa uma das últimas porções de dimensões significativas de Mata Atlântica em bom estado de preservação na Baixada Santista. “Limitando a quantidade de pessoas de acordo com a capacidade gerencial é que você encontra a sustentabilidade”, diz.
Surfista na Praia de São Pedro, em Guarujá (Foto: Mariane Rossi/G1)Surfista na Praia de São Pedro, em Guarujá (Foto: Mariane Rossi/G1)
São Pedro
Depois de passar por um corredor recheado de árvores da Mata Atlântica, o turista chega a Praia de São Pedro. Ao alto, antes de colocar o pé nas pedras e ter acesso a areia, já é possível admirar toda a extensão da praia, que também possui casas com vista para o mar.

A praia de São Pedro é muito procurada por turistas de outras cidades, mas também atrai dezenas de surfistas da região, principalmente no período da manhã, onde é possível encontrar muitas ondas. Esse é o caso de Fabrício Antônio, de 26 anos. Como mora perto do condomínio e adora surfar, ele costuma ir até a praia até em dias de semana, quando o movimento é menor. “As ondas são perfeitas, na maioria das vezes. Final de semana é cheio de gente”, diz ele.
Vista de uma das casas luxuosas em frente a praia de Iporanga (Foto: Mariane Rossi/G1)Vista de uma das casas luxuosas em frente a praia de Iporanga (Foto: Mariane Rossi/G1)
Iporanga
Pelos seus frequentadores, a praia de Iporanga é indicada para grupos de amigos ou para a família, mas a paisagem paradisíaca pode ser apreciada até por aqueles que não têm muita ligação com a natureza.
No caminho para se chegar na praia de Iporanga é possível encontrar várias árvores nativas dentro do condomínio. Todas possuem placas de identificação da espécie. Já com os pés na areia, bem clara e limpa, pequenos siris que entram e saem das tocas podem ser observados. O mar é mais calmo se comparado a vizinha São Pedro e, por isso, não é muito comum ver surfistas nessa região.
No final da praia é possível avistar a Cachoeira de Iporanga, uma das belezas naturais do local. A grande estrutura de pedra traz a água do rio que se une a água do mar. Em meio às quedas de água é possível banhar-se, sempre atento as pedras escorregadias, e apreciar a paisagem de uma praia praticamente deserta, porém com diversas casas luxuosas a beira mar.
Centro que recicla lixo produzido pelos proprietários (Foto: Mariane Rossi/G1)Centro que recicla lixo produzido pelos proprietários
(Foto: Mariane Rossi/G1)
Lugar autossustentável
A Associação dos Proprietários do Iporanga (SASIP) é totalmente independente. Como a área foi cedida aos proprietários, eles são responsáveis por toda a parte logística de ocupação sustentável do local.

O lixo produzido pelos proprietários é separado pela coleta seletiva e levado para uma central de reciclagem que dá destino certo a cada material a ser reutilizado. O condomínio dispõe de uma estação de tratamento de esgoto para atender até 4 mil habitantes. Outra estação específica de Iporanga é a que realiza o tratamento da água potável que abastece as casas do condomínio.
Plantas e árvores nativas que ficam em torno das praias são preservadas (Foto: Mariane Rossi/G1)Plantas e árvores nativas que ficam em torno das
praias são preservadas (Foto: Mariane Rossi/G1)
Eles também são responsáveis pelo cuidado com a mata e com os animais que vivem na região. No condomínio há produção de mudas em dois viveiros de plantas e o reflorestamento e recuperação de plantas nativas, entre elas, o palmito Jussara. “Nós plantamos o palmito Jussara porque ele está em processo de extinção na Mata Atlântica. Aqui dentro a gente faz a muda e planta, e na serra nós semeamos por helicóptero. Todos os pássaros adoram o palmito Jussara. É uma planta que atrai muitos animais da mata atlântica, tanto rasteiros quanto aéreos”, explica o administrador. Eles também realizam educação ambiental com crianças e grupos que vão conhecer a área de mata. Desde 2000, na Praia do Iporanga, foram replantadas mais de 64 mil árvores nativas, fora o replantio do Palmito Jussara, que era devastado junto com o mangue.
Um plano de manejo da área, atualizado de cinco em cinco anos, mostra todas as espécies de plantas e animais que vivem ou já foram encontradas na Serra do Guararu.
“Agora nós estamos fazendo um trabalho de filmar e gravar o som dos pássaros que tem na serra do Guararu”, conta Nagy sobre a novidade e a parceria entre o humano e a natureza, responsável por manter o local como um 'paraíso sustentável'.

Guaruja - Copa 2014‏



Eduardo Caixe (ecaixe@gmail.com)
07:26
Para: copa2014.imprensa@esporte.gov.br
Cc: ouvidoria@guaruja.sp.gov.br, ouvidoria@artesp.sp.gov.br, ouv-policia@ouvidoria-policia.sp.gov.br, vergarasp@gmail.com, Mário Guzman, valdir.ribeiro@ecovias.com.br
Imagem de Eduardo Caixe
Caro Sr Ministro Aldo Rabelo,
 
O Sr esteve recentemente no Guaruja  para avaliar o estado da cidade  como canditada a sub sede da Copa.
 
Eu como morador do Guaruja  gostaria de alerta lo  que nos nao temos condicoes alguma de pleitiar essa candidatura .   Infelizmente tenho que dizer isso  pois temos varios problemas basicos que poderiam expor nossa cidade mais ao ridiculo do que esta hoje a toda imprensa internacional.
 
Exemplos: 
 
Rodovias:Hoje o trajeto de Sao Paulo ao Guaruja ( proximo de 90 km)   via  rodovia Conego Domenico Rangoni  esta tomando de 3 a 7 horas para ser realizado devido ao  caos no  sistema portuario instalado no Guaruja.  A pessima postura do comando da Ecovias , Policia Militar, Prefeitura, Companhia de Docas  e governos estadual e federal  e responsavel  por isso.  
 
Saude: Sequer temos medicos na cidade para atender a populacao que vive la.  Sabado precisei de um ambulancia para atender uma ocorrencia  e a resposta que tive do 192 era que teria que aguardar pois nao havia disponibilidade para aquele horario.
 
Inundacao : A cidade para quando chove !!!  Todo sistema viario para devido ao alagamento  das avenidas e ruas da cidade.  Lembrando que milhoes ja foram gastos para sanar esse problema e ate agora nada.
 
Violencia: O Hotel indicado pela cidade para receber a possivel selecao esta em uma das zonas mais perigosas da cidade .   Assaltos e mortes  sao algo de praxe na regiao.
 
Situacao Hipotetica
 
Agora imagine a selecao da Alemanha hospedada no Guaruja com a presenca ilustre da Chanceller Angela Merkel  para apoiar tal selecao.    Primeiro que eles  nao chegam no Guaruja, ou pelo transito ou pela chuva.  Se chegarem espero que nao precisem de um atendimento medico municipal. Espero tambem que nenhum jogador tenha o seus bens saqueados pelos malandros.   Para os  jogos em Sao Paulo,  transporte  somente  de helicoptero, balao , dirigivel ou uma boa  caminhada pela belissima Serra do Mar.
 
 
De uma lida nos sites abaixo, os unicos que falam a verdade sobre a  cidade.
 
 
Nota: Aquele dinheirinho ( Milhoes e Milhoes )  para  as sub sedes sera bem vindo na nossa cidade , mas nao para estadios e palaques politicios, mas sim para hospitais, saneamento basico, sistema viario  e por ai vai. 
 
Obrigado