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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Se ficar o bicho pega, se correr a Marina é quem vai pegar.


Caminhamos mais uma vez para o voto de protesto.
Vamos eleger a rasgada para tirar a remendada do poder.
Aí a gente escuta toda sorte de elucubrações a respeito do futuro governo da Marina.
Ela não tem experiência, ela é socialista, ela é petista disfarçada, ela vai acabar com o Brasil, vai desmontar a indústria, vai promover o assistencialismo, vai impedir o progresso com esse negócio de meio ambiente.
Mas o que fizeram o Lula e a Dilma? Fizeram o que dava para fazer com o que sobrou, descontada a roubalheira que o PT patrocinou, onde o dinheiro público entrou de balde e foi dividido também de balde entre os apaniguados com e sem cargos. O que sobrou, jogaram para o povo de canequinha.
Sei que estou errado em defender o voto de protesto que vai derrubar a Dilma, mas o que fazer? 
Os demais não têm chance mesmo, o Aécio que não é uma maravilha também não ganharia no segundo turno.
Então, salvo melhor juízo, o negócio é tirar a Dilma e ver o que acontece.
Que vai ser triste aguentar a Marina vai, mas não vejo outra alternativa. 
Vamos nos preparando para errar com gente nova porque errar com a Dilma é persistir no erro.
Quando eu estiver apertando o botão da urna vou ter a nítida impressão de apertar o botão do foda-se, mas se a Dilma ganhar vai continuar a mesma m... e sempre há a possibilidade de um desses milagres, afinal o Papa já é argentino, quem garante que Deus não está esperando para mostrar definitivamente que é brasileiro?

Guarujá pode ser lembrada como a cidade que causou uma virada no cenário político do Brasil em 2.014.


Guarujá corre sério risco de entrar para a história do Brasil como tendo o aeroporto que fatidicamente causou a virada a mesa e chutou a cadeira sucessória na eleição presidencial de 2.014.
Mais uma vez esse pequeno aeroporto será lembrado como casuísmo político já que foi usado por todos os candidatos a prefeito da cidade.
País da piada pronta, não faltarão muitas e se o Lula foi o presidente que mais vezes veio ao Guarujá em toda a história, a Marina é bem capaz de fazer nele alguma coisa que o coloque com merecido destaque.
Sugiro um obelisco bem no meio da pista, assim ninguém, nunca mais pensa em soluções mirabolantes para o campinho mequetrefe.
Enterramos definitivamente as ideias do Maurici Mariano, Ruy Gonzalez e Farid Madi, podendo enterrar lá mesmo a Maria Antonieta.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Guarujá precisa ter uma legislação clara e que dê segurança tanto para os usuários como para os proprietários. O Restaurante Thaiti na Praia de Pitangueiras parece ser um desses casos.

No Guarujá, terra sem lei e de administrações fracas, com alguns setores pouco interessados na segurança, é preciso que se fiscalizem muito mais os estabelecimentos. 

O Restaurante Thaiti na Avenida Marechal Deodoro da Fonseca, na Praia de Pitangueiras é um que tem grande quantidade da sua estrutura de madeira e teto de palha, sem falar no forno de Pizza alimentado por lenha, armazenada em grande quantidade sob esse teto. 
Como já foi visto em tragédias anteriores, alvarás podem ter sido concedido e não serem atuais, merecendo novas vistorias e fiscalizações. 
O mesmo se diga do Corpo de Bombeiros que além de vistoria deveria fazer fiscalização de prevenção. Procurar culpados depois das tragédias é providência tardia. Fiscalização já!


Relembrando as favelas do Guarujá.



Contam os mais antigos na cidade, que o Prefeito Jayme Daige preocupado com o crescimento desordenado da cidade criou um bairro chamado Morrinhos para onde pretendia levar os menos favorecidos doando terrenos onde pudessem construir suas casas.
Antes de ver seu projeto concretizado, foi sucedido por outro Prefeito que percebeu a possibilidade de ganhos políticos com a obra e deu a alguns dos seus correligionários parte dos lotes e com isso não acabou, diminuiu ou impediu a proliferação das favelas.
Na época pouca gente percebeu que essa decisão que parecia apenas beneficiar alguns apaniguados poderia colocar em risco o futuro da cidade.
Muita gente que anda posando por aí de honesto, mas já teve cargos públicos e foi beneficiado com aquela decisão, que recebeu, deu ou vendeu os terrenos para “amigos” não lembra ou prefere não lembrar que essa decisão criminosa colaborou fortemente para que o Guarujá tenha tantas favelas que certamente não colaboram em nada com o crescimento ordenado e dificultam seu gerenciamento, sem falar no foco de violência que podem gerar.
Provavelmente isso não vai ser mais do simples lembrança para uns, provável arrependimento para poucos e de nenhuma serventia para todos nós, a não ser lembrar, que os desmandos que continuam a ser feitos na cidade nos levarão, certamente, a um lugar que merecemos por termos feito tão pouco, ou nada.

A criação dos quiosques nas praias e o que se tornaram.

Excelente ideia, as pequenas construções deveriam atender ao povo, servindo coquetéis, refrigerantes, água e alguns petiscos. 
No mundo inteiro essas construções existem e algumas, exploradas por gente séria, fazem dos locais equipamentos turísticos referendados por todos.
Não foi o que ocorreu no Guarujá. 

Mercê de sucessivas, desastradas e criminosas administrações, os quiosques transformaram-se em moeda política, permitindo-se toda sorte de ilegalidades.
As pequenas construções se tornaram gigantescos barracos de pau a pique e sapé que mantém restaurantes ilegais, alguns com mais de quinhentos metros quadrados e centenas de mesas e cadeiras que ocupam ilegalmente o calçadão e as areias da praia.
Tais construções não possuem esgoto nem banheiros e a grande maioria é ocupada por pessoas que estão ilegalmente na sua posse, sob alegação terem comprado dos permissionários originais, coisa impossível perante a lei.
Há pessoas morando em alguns deles, outros já foram palco de crimes violentos, com dezenas de ocorrências de tráfico de drogas e prostituição.
Hoje se fala em demolição, desemprego e outras bobagens que tentam encobrir a falta de fiscalização e o total desrespeito às normas legais.
Houvessem cumprido a lei, ainda que parcialmente, a situação não chegaria onde chegou e a desacreditada Justiça que tarda e segundo alguns não falha, determinou a demolição de todos eles, pagando os justos pelos pecadores.
Não há mais como convalidar esses estabelecimentos.
Ferem a Legislação Federal de ocupação do solo e todas as legislações de Saúde e as futuras concessões serão obrigatoriamente licitadas.
Faço essa lembrança para mostrar que pequenos desmandos de prefeitos desonestos e incompetentes trouxeram o Guarujá à caótica situação em que encontra, prejudicando a população e até incautos e inocentes e que se medidas sérias não forem tomadas a situação pode se agravar tanto que inviabilizará o turismo e o veraneio nos transformando em cidade-dormitório de muros tão altos quanto os de uma cadeia onde nós seremos os presos, se é que já não somos reféns.