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domingo, 24 de janeiro de 2016

Temporada de 2.016.

Guarujá vai colher esse ano o que vem semeando há muitos.
Chove muito na cidade e esse ano tivemos até nuvem tóxica. De verdade ou de mentira, exagerada ou não, assustou os moradores fazendo com que os turistas ficassem bem longe daqui, e foi só assim que o nome da cidade foi parar em todas as TVs do Brasil.
As ruas continuam sendo alagadas por causa do lixo que entope os bueiros, causando pequenos congestionamentos nas ruas porque há poucos carros dos raros turistas.
A infeliz permissão de estacionar dos dois lados da rua continua ocupando dois terços da via transitável.
Os comerciantes já perceberam que essa temporada será a pior dos últimos anos. Os sobreviventes estão contabilizando vendas mais de cinquenta por cento inferiores ao ano passado, que já foi muito ruim.
Já falei do shopping de verão do Hotel Casa Grande que sequer abriu. Fiasco seria uma palavra muito boa para adjetivar o desastre completo daquele que já foi templo de consumo e de bom gosto.
A denominada Feirinha Hippie da Praia de Pitangueiras tem gente, mas não vende nada. Resistiu à onda de se transformar em um monte de lojinhas de roupas de mau gosto, péssima qualidade e procedência duvidosa, como a das Astúrias, mas cerca de metade vende porcarias feitas no Brasil e o resto vende porcarias “made in china”
Lá, nas Astúrias, os boxes que também são cedidos a permissionários pela prefeitura (sabe-se lá com que critério), foram alugados ou vendidos pelos permissionários originais a pequenos comerciantes que vendem de tudo um pouco. Isso mesmo, um pouco. Tão pouco que a lei da oferta e da procura vai se encarregando de fazer a justiça que a fiscalização faz vistas grossas. Vão vender tão pouco e com pequena lucratividade e tanta concorrência, que mal vai dar para pagar o aluguel para os donos espertalhões e as funcionárias.
Os restaurantes do Guarujá não têm melhor sorte. Nunca estão cheios e mal e mal vão faturar o suficiente para arcar com os custos depois da temporada. Lucro de verdade que é bom, como havia antigamente, onde se ganhava dinheiro para trocar de carro e até mesmo comprar uma propriedade nunca mais.
Os postos de saúde e hospitais são os únicos que não se queixam de falta de clientes, só reclamam o excesso de doentes, já que não se pode chamá-los de pacientes pois vira e mexe sai briga de mal atendido com mau atendente.
Dengue, diarreia, intoxicação alimentar, lesões corporais e tiros vão deixar esses locais cada vez mais lotados.
E a UNIMED do Guarujá heim? Deixa pra lá…. administrada por médicos guarujaenses, ninguém esperava outra coisa.
Com muitas reclamações e com contas milionárias a serem pagas pelos proprietários de imóveis, já chegou o maior IPTU do Brasil. Com isso, os donos dos imóveis serão chamados para contribuir com dinheiro bom para péssimos administradores.
E os fogos, as bandas e o carnaval? A falta de dinheiro se encarregou disso. Minguaram à morte.
A prefeitura que quisesse fazer festa deveria buscar apoio das empresas que faturam só na temporada e levam o dinheiro embora, a saber, as cervejeiras, os vendedores de água, sucos, coco etc.
E os quiosques? Esse é um assunto que eu gosto sempre de abordar porque parece milagre. Multiplicam-se a cada ano, produzem lixo e nem sequer se dão ao luxo de embalar corretamente. De um tempo para cá fizeram banheiros e duchas para vender banho e sabe-se lá onde despejam essa água e esses dejetos. Alguns falam do número de empregos que geram, mas eu gostaria de ver o livro de registro de empregados e as carteiras de trabalho. Uma mentirada descarada que só não termina no Ministério do Trabalho porque essas pessoas, muitas delas menores, têm medo e pouco conhecimento dos seus direitos.
Assunto vasto, a temporada de 2.016 será ser rápida e dolorida. Muitos já avaliam seus prejuízos e contam que a temporada de verdade só vai do dia 28 de dezembro a 6 de janeiro.
Com a chuva que caiu nesses dias não deu para lavar a égua, como se diz mas vai servir para arrastar muita gente para o buraco.
Já ia me esquecendo da falta dos banheiros públicos. Para variar, nem mesmo os químicos foram colocados. Sem banheiros, todos os frequentadores do Guarujá vão ter de ver bem de perto a merda que está a cidade e optar por fazer as suas merdas nas próprias casas ou no mar.

Isso não é mais Pérola do Atlântico, são pérolas aos porcos!

Guarujá vai colher esse ano o que vem semeando há muitos.
Chove muito na cidade e esse ano tivemos até nuvem tóxica. De verdade ou de mentira, exagerada ou não, assustou os moradores fazendo com que os turistas ficassem bem longe daqui, e foi só assim que o nome da cidade foi parar em todas as TVs do Brasil.
As ruas continuam sendo alagadas por causa do lixo que entope os bueiros, causando pequenos congestionamentos nas ruas porque há poucos carros dos raros turistas.
A infeliz permissão de estacionar dos dois lados da rua continua ocupando dois terços da via transitável.
Os comerciantes já perceberam que essa temporada será a pior dos últimos anos. Os sobreviventes estão contabilizando vendas mais de cinquenta por cento inferiores ao ano passado, que já foi muito ruim.
Já falei do shopping de verão do Hotel Casa Grande que sequer abriu. Fiasco seria uma palavra muito boa para adjetivar o desastre completo daquele que já foi templo de consumo e de bom gosto.
A denominada Feirinha Hippie da Praia de Pitangueiras tem gente, mas não vende nada. Resistiu à onda de se transformar em um monte de lojinhas de roupas de mau gosto, péssima qualidade e procedência duvidosa, como a das Astúrias, mas cerca de metade vende porcarias feitas no Brasil e o resto vende porcarias “made in china”
Lá, nas Astúrias, os boxes que também são cedidos a permissionários pela prefeitura (sabe-se lá com que critério), foram alugados ou vendidos pelos permissionários originais a pequenos comerciantes que vendem de tudo um pouco. Isso mesmo, um pouco. Tão pouco que a lei da oferta e da procura vai se encarregando de fazer a justiça que a fiscalização faz vistas grossas. Vão vender tão pouco e com pequena lucratividade e tanta concorrência, que mal vai dar para pagar o aluguel para os donos espertalhões e as funcionárias.
Os restaurantes do Guarujá não têm melhor sorte. Nunca estão cheios e mal e mal vão faturar o suficiente para arcar com os custos depois da temporada. Lucro de verdade que é bom, como havia antigamente, onde se ganhava dinheiro para trocar de carro e até mesmo comprar uma propriedade nunca mais.
Os postos de saúde e hospitais são os únicos que não se queixam de falta de clientes, só reclamam o excesso de doentes, já que não se pode chamá-los de pacientes pois vira e mexe sai briga de mal atendido com mau atendente.
Dengue, diarreia, intoxicação alimentar, lesões corporais e tiros vão deixar esses locais cada vez mais lotados.
E a UNIMED do Guarujá heim? Deixa pra lá…. administrada por médicos guarujaenses, ninguém esperava outra coisa.
Com muitas reclamações e com contas milionárias a serem pagas pelos proprietários de imóveis, já chegou o maior IPTU do Brasil. Com isso, os donos dos imóveis serão chamados para contribuir com dinheiro bom para péssimos administradores.
E os fogos, as bandas e o carnaval? A falta de dinheiro se encarregou disso. Minguaram à morte.
A prefeitura que quisesse fazer festa deveria buscar apoio das empresas que faturam só na temporada e levam o dinheiro embora, a saber, as cervejeiras, os vendedores de água, sucos, coco etc.
E os quiosques? Esse é um assunto que eu gosto sempre de abordar porque parece milagre. Multiplicam-se a cada ano, produzem lixo e nem sequer se dão ao luxo de embalar corretamente. De um tempo para cá fizeram banheiros e duchas para vender banho e sabe-se lá onde despejam essa água e esses dejetos. Alguns falam do número de empregos que geram, mas eu gostaria de ver o livro de registro de empregados e as carteiras de trabalho. Uma mentirada descarada que só não termina no Ministério do Trabalho porque essas pessoas, muitas delas menores, têm medo e pouco conhecimento dos seus direitos.
Assunto vasto, a temporada de 2.016 será ser rápida e dolorida. Muitos já avaliam seus prejuízos e contam que a temporada de verdade só vai do dia 28 de dezembro a 6 de janeiro.
Com a chuva que caiu nesses dias não deu para lavar a égua, como se diz mas vai servir para arrastar muita gente para o buraco.
Já ia me esquecendo da falta dos banheiros públicos. Para variar, nem mesmo os químicos foram colocados. Sem banheiros, todos os frequentadores do Guarujá vão ter de ver bem de perto a merda que está a cidade e optar por fazer as suas merdas nas próprias casas ou no mar.


Isso não é mais Pérola do Atlântico, são pérolas aos porcos!

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